Melbourne (Austrália) – Os veteranos fizeram bonito nesta segunda-feira no Australian Open, que contou com vitórias de Stan Wawrinka e do croata Marin Cilic. O suíço bateu o sérvio Laslo Djere de virada, com parciais de 5/7, 6/3, 6/4 e 7/6 (7-4), em 3h20 de batalha, se tornando o segundo mais velho a vencer no torneio.
Wawrinka é apenas o 11º homem com mais de 40 anos a competir na chave de simples do Australian Open desde a Era Aberta e com o triunfo na estreia se tornou o segundo mais velho a vencer uma partida no torneio desde 1980. Aos 40 anos e 310 dias, ele fica atrás apenas do croata Ivo Karlovic, que em 2020 chegou na segunda rodada com 40 anos e 339 dias.
Campeão em Melbourne 12 anos atrás, o suíço faz sua 20ª aparição no torneio, igualando o feito na Era aberta de Lleyton Hewitt, Feliciano López e Gael Monfils (que completará 20 também neste ano). Eles ficam atrás apenas das 21 de Roger Federer e do sérvio Novak Djokovic, que igualará o suíço nesta temporada.
Ao todo, o suíço disputou 75 Grand Sam e se iguala ao francês Richard Gasquet na quarta colocação entre os que mais disputaram os quatro torneios mais importantes do circuito, atrás apenas de Djokovic, Federer e López. Na segunda rodada, ele enfrentará o tcheco Jiri Lehecka, cabeça de chave 17, ou o quali francês Arthur Gea.
Cilic aplica bicicleta na estreia
Outro veterano que brilhou na primeira rodada do Australian Open, Cilic teve uma vitória dominante contra o alemão Daniel Altmaier, pelo menos nos dois primeiros sets, em que aplicou uma “bicicleta”, para depois no terceiro ter trabalho e precisar de um tiebreak para fechar a partida com o placar de 6/0, 6/0 e 7/6 (7-3), em 2h01 de embate.
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Na segunda rodada, o croata de 37 anos e atual número 70 do mundo terá pela frente o canadense Denis Shapovalov, 21º pré-classificado na competição, que derrotou o convidado chinês Yunchaokete Bu em sets diretos, com o placar final de 6/3, 7/6(7-3) e 6/1.
O também chinês Juncheng Shang teve melhor sorte que o compatriota se garantiu na segunda rodada ao superar a estreia contra o experiente espanhol Roberto Bautista, marcando parciais de 6/4, 6/7 (2-7), 6/4 e 6/0. Seu próximo oponente sairá do confronto entre o norte-americano Brandon Nakashima, cabeça de chave 27, e o holandês Botic van de Zandschulp.













Bom dia! O Wawrinka ganhou o AO em 2014, ou seja, 12 anos atrás.
Bom dia! Agradecemos o alerta…a correção foi feita.
Apesar de ser mais velho do que outros jogadores veteranos do circuito, não vemos Wawrinka fazendo teatro em quadra, pedindo atendimento médico e idas ao banheiro a cada 2 games, fingindo lesões e fazendo catimba para enganar os adversários. Um tenista digno e que merece o respeito do circuito. Parabéns, Wawrinka.
Wawrinka é sensacional. Merecia ao menos uma vitória no AO em seu ano de despedida. Talvez o one handed backhand mais icônico da história. Parabéns por esta parte do comentário.
Agora, impressionante como vocês não tiram Djokovic da cabeça…
“Fingindo lesões, fazendo catimba”, isto aí só na cabeça de vocês. Desconfio que haja o fenômeno da projeção psíquica: projetar em alguém o que há em si mesmo.
Que pena cara… Não faz ideia das qualidades e do valor dele.
Por exemplo, eu já assisti muitas press conferences e entrevistas em inglês. Federer e Djokovic são caras extremamente inteligentes e bem articulados, dão uma aula de tênis também ao falar do assunto.
O nome de Djokovic não foi citado. O que faz pensar que eu estava falando dele?
Eu sei que tu não citou. É que eu consigo ler o que está escondido nas entrelinhas… e também observar os padrões de repetição aqui no site.
No mais, vou sempre torcer para os dois “vovôs”… Quem sabe Wawrinka não vence mais uma? O backhand de uma mão é uma espécie em extinção, infelizmente.
Quando eu falei de um atleta veterano, que finge lesões, pede atendimentos médicos e saídas ao banheiro e catimba suas partidas, você concluiu que eu só poderia estar falando do Djokovic? Tá certo então.
Sentiu o golpe kkkkk
Porque ele sabe que é o maior fingido de todos os tempos kkkkkk
Wawrinka é um jogador íntegro, ao contrário de outros “vovôs” do circuito
Mesmo que fosse verdade esse fingimento de lesões, prática de catimba e teatralização no comportamento, isso não leva nenhum jogador a conquistar títulos. E provavelmente todas as atitudes e comportamento praticados pelo Djokovic ao longo da carreira estiveram dentro dos limites das regras dos jogos. Não fosse assim, teria sofrido punições dos juízes de cadeira e das organizações dos torneios. Mas reconheço o seu legítimo direito ao inconformismo, choro e lamentação contínuos. Caso precise de lenços, avisa que posso indicar alguns.
Pessoal, por que vocês estão falando de Djokovic? O nome do sérvio não foi citado.
Porque você apenas não citou o nome dele mas o seu comentário fazia referência a ele. Aliás, 90% dos seus comentários neste Portal tem como tema principal, Novak Djokovic.
Pra quem está se despedindo, Stan está jogando muito bem, se continuar assim, seria bom repensar.