Paris (França) – Animado por competir em Roland Garros pela última vez na carreira, Stan Wawrinka concedeu entrevista coletiva e abordou diversos assuntos sobre a carreira. Com estreia marcada diante da sensação local Arthur Fils, o suíço projeta um grande jogo e espera competir em alto nível.
O ex-número 3 do ranking mundial e campeão em Paris em 2015 também disse estar preparado para se despedir em alto nível. “Me sinto bem, estou feliz por voltar aqui e de jogar pela última vez Roland Garros. Claro que sei que o fim não será fácil, mas estou contente”, comentou.
Aos 41 anos, ele filosofou acerca dos sentimentos que vivencia. “As emoções de jogar, especialmente em um torneio tão grande como Roland Garros, serão o que mais vou sentir falta. Quando há tanta gente e um público tão grande como aqui, gera uma espécie de tensão positiva. Essas emoções eu não vou encontrar em nenhum outro lugar”, garantiu.
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— Roland-Garros (@rolandgarros) May 22, 2026
Indagado sobre encarar Fils logo na primeira rodada, o suíço sabe que terá um compromisso complicado. “Quando vi seu nome no sorteio, pensei imediatamente que seria uma grande partida. Arthur é um dos jogadores em melhor forma nos últimos meses, então será um desafio muito difícil para mim. Estou animado para jogar contra ele”.
Conhecido por sua paixão pelo esporte, Wawrinka assegurou como vai se entregar em suas últimas partidas como profissional. “Sou alguém que sempre luta até o fim, que tenta encontrar soluções o tempo todo, então espero fazer uma grande partida desde a primeira rodada”.
Dono de um dos mais belos e eficientes backhand simples da história, ele quer ver jogadores obtendo sucesso com o golpe. “Hoje é difícil imaginar isso com Carlos Alcaraz e Jannik Sinner dominando o circuito, mas tenho confiança de que o revés de uma mão sempre estará presente. Espero que no futuro exista novamente um campeão de Grand Slam com esse golpe”, destacou.
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O veterano ainda explicou a forma como celebra as vitórias, ao apontar o dedo para a cabeça, e relembrou com carinho a conquista em Paris. “É um gesto natural. Trata-se de uma forma de mostrar que eu havia vencido minhas emoções e minha própria mente. E também que tinha conseguido derrotar os melhores jogadores em grandes partidas”.
O suíço destacou a importância do torneio em sua vida e quer aproveitar sua última participação. “A imagem mais marcante foi subir as escadas e entrar na quadra em 2015. Provavelmente foi o momento mais importante que vivi em Roland Garros”, pontuou. Na ocasião, ele derrotou o sérvio Novak Djokovic na final.
“Estou muito feliz com tudo o que fiz durante essa longa carreira, mas também tenho vontade de deixar a raquete e aproveitar outras coisas, a vida não se resume ao tênis. Enquanto eu sentir que ainda posso fazer coisas boas, seguirei jogando”, concluiu.
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Vai levar sabugada do Fils. Isto é se o Fils de hoje jogar o que sabe. Wawrinka e Djoko já estão jogando bem.menos do.que podem.