Paris (França) – Dois nomes cotados para atingir a final juvenil de Roland Garros em lados opostos da chave, a potiguar Victoria Barros e a paulista Nauhany Silva tiveram destinos diferentes num dia de muito vento em Paris. Enquanto Victoria levou ‘pneu’ mas ainda avançou, Naná permitiu virada e ficou de fora das quartas de final.
Cabeça 3 do torneio, Victoria enfrentou altos e baixos e chegou a levar um “pneu” da tcheca Denisa Zoldakova, mas se recuperou muito bem. Evitou um break-point crucial no terceiro game do set decisivo e finalizou a partida com as parciais de 6/3, 0/6 e 6/3.
Naná, por sua vez, era a quinta principal favorita e teve um começo de partida tranquilo diante da espanhola Charo Esquiva, cabeça 9. Marcou 6/2, mas foi perdendo qualidade diante das condições difíceis e viu a adversária virar o placar por 6/2 e 6/4.
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Depois de perder seu primeiro set no torneio, Victoria terá pela frente a coreana Ha Eum Lee, que surpreendeu a cabeça 8, a russa Maria Makarova, por 6/3 e 7/6 (7-5).
Os resultados de maior destaque para o tênis feminino do Brasil no torneio juvenil de Roland Garros aconteceram na década de 1980. Andrea Vieira, a Dadá, foi semifinalista em 1987. Um ano antes, em 1986, Gisele Miró chegou às quartas. Outra brasileira a ter alcançado as quartas foi Niege Dias, em 1984. Já nas duplas, destaque para Beatriz Haddad Maia, que jogou duas finais seguidas em 2012 e 2013.
No ranking mundial atualizado na segunda-feira pela Federação Internacional. Victoria se manteve como quarta colocada e Naná, no nono lugar.











Assisti boa parte do 3° set em ambas a partidas e ficou cristalino como a Victoria Barros, apesar de estar longe da potência dos golpes de base da Naná, tinha um plano B e C para um dia onde o seu jogo base não estava funcionando e como a Naná n tinha alternativas a n ser continuar enfiando a mão na boa e empilhando erros n forçados..
A virada que a Naná levou foi incrível. Vencia o 3 set por 4 a 2, parecia tudo dominado, aí fez que nem a Sabalenka hoje, um caminhão de bolas forçadas para fora, além de umas curtas que a adversária chegava e matava…
Dua ruim pra curta, com muito vento.
A Naná é muito porradeira, hoje com a ventania que tava acabou prejudicando o jogo dela. Mas é uma menina muito boa, em 2 anos estará no top 100.
E ainda tem gente achando que a Nauhany Silva está pronta pro circuito profissional, perdendo pra uma juvenil pior colocada do que ela! Mas já citei isso aqui antes, desde do tempo em que ela chegou no top 700, e alguns entusiasmados aqui disseram que ela não precisava mais disputar o circuito juvenil. Essa derrota mostrou que eu tava certo. E penso o mesmo pra Victória Barros, que pelo menos tá seguindo o passo a passo, sem grandes devaneios.
Que tem a ver uma coisa com outra?
O tênis é uma caixinha de surpresa. A adversária tinha 18 anos e a ventania prejudicou muito o jogo da Nauhany Silva.
O problema do tennis brasileiro é achar que precisa o tempo todo comandar o jogo com aceleração e winner. Vide Naná hoje e Fonseca ontem. Os argentinos tão aí com 8 no top 100 e todos jogam na defesa, consistência e contra-ataque. Aqui ensinamos desde a base que só pancada resolve e os resultados tão ai pra provar que não tá dando certo.
Seu comentario é um compêndio de atrocidades digno que quem jamais viu uma bolinha de tenis de perto.
Está equivocado. Naná e Fonseca destoam do tenis brasileiro. Nossos tenistas em geral na maioria são saibristas de definição lenta de ponto.
Muito feliz pela Victória, e muito triste pela Naná. Nossas Meninas são D+!!!
Vi o primeiro set e pensei que a vitória seria tranquila, mostrava muito mais qualidade e potência do que a adversária. Não pude ver a sequência e quando o resultado fiquei incrédulo. A partida parecia estar fácil para a Naná. Mas ao ver o resultado da Sabalenka, percebi que não devia ficar incrédulo com uma virada simples…
Justiça seja feita, dessa vez a Naná não jogou mal. A espanhola subiu muito o nível no segundo set e no terceiro foi um jogo parelho. A Naná não segurou a cabeça no último game e perdeu a partida
Naná não vem bem depois de ter perdido no qualy de Madri quando recebeu convite.
As condições estavam bem mais proprícias para a adversária. Jogo com muito vendo dificulta a vida para quem tem um estilo de jogo agressivo. Uma pena. Além do mais a derrota seria uma catástrofe para a adversária de 18 anos. Com 18 anos a Nauhany não vai disputar chave juvenil.
Uma pena a Naná já ter saído. Vic lutou muito.
Em relação a Nana entendo que é muito jovem e tal, mas não consigo entender a razão de pegar a bolinha e sacar tão rapido, entre o 1º e 2º saque mal respira. Algo que é facil melhorar, tem que concentrar mais, ter paciencia. Estava 4×3 para ela no 3º set ai mete uma dupla falta e erra o 1º saque e la se vai a vantagem. Enfim pode melhorar, mas esta de parabens.
Realmente, joga muito rápido. E vários erros não forçados… deu a vitória, praticamente.
Impressionante a precipitação da Naná no jogo. Só pancada o tempo todo e a adversária notou e começou a só colocar a bola do outra lado. Era hora de diminuir a aceleração, mais spin e também atuar na defesa pra deixar a adversária arriscar e errar. Enfim, aprendizado pra Naná e pro time que tem que trabalhar a tática e variação.