São Paulo (SP) – Não deu para a jovem potiguar Victoria Barros em sua estreia no SP Open. A tenista de 15 anos teve alguns bons lampejos durante a partida contra a norte-americana Whitney Osuigwe, 136ª do mundo, mas no final acabou derrotada em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4, depois de 1h46 de confronto.
A próxima adversária da norte-americana de 23 anos ainda não está definida e sairá apenas na terça-feira, quando a britânica Francesca Jones enfrentará a israelense Lina Glushko.
Osuigwe começou muito firme na partida e venceu os três primeiros games. Victoria foi crescendo aos poucos, perdeu um break-point no quinto e conseguiu devolver o break no sétimo, mas no oitavo voltou a perder o saque e acabou perdendo o set.
Na segunda parcial, a jovem brasileira foi quebrada logo no primeiro game, mas então engatou uma boa sequência e saiu de 0/1 para abrir 4/1. Osuigwe não se abateu e aos poucos foi se recuperando, devolveu o break no sétimo game e no novo anotou mais uma quebra, vencendo cinco games seguidos para ficar com a vitória.
Surpresas marcam o primeiro dia da chave principal do SP Open
O primeiro dia da chave principal de simples do SP Open foi marcado por surpresas. A única favorita a vencer seu jogo foi a argentina Solana Sierra, cabeça de chave 2, que derrotou a holandesa Arianne Hartono em sets diretos, com 7/6 (7-4) e 6/3.
Nas outras partidas, avançaram a mexicana Victoria Rodríguez e a eslovaca Martina Okalova, que vieram do qualificatório, além de Janice Tjen, da Indonésia.
No jogo que abriu a programação da Quadra Maria Esther Bueno, Rodríguez venceu o primeiro set contra a australiana Ajla Tomljanovic por 6/4 e contou com o abandono da adversária quando tinha 4/2 na segunda parcial devido a uma lesão no joelho esquerdo.
“Estou muito feliz por ter avançado. Claro que não foi do melhor jeito, já que a Ajla se retirou, mas estou feliz com meu desempenho especialmente porque as condições hoje estavam bem diferentes das de ontem, que estava bem frio”, disse Rodríguez ainda na quadra.
Okalova superou a australiana Arina Rodionova em dois sets, com 7/5 e 6/4, enquanto Tjen desbancou a francesa Leolia Jeanjean, cabeça de chave 7 do torneio, com 6/2 e 6/3. No jogo mais longo do dia, a francesa Tiantsoa Rakotomanga Rajaonah eliminou a mexicana Ana Sofia Sánchez ao vencer com 6/4, 4/6 e 7/6 (9-7), em 2h54.












Não deu pra nossa sereninha
Sim, dava pelo menos para ter ganhado o segundo set, não fosse a falta de experiência e nervosismo, pontos muito bem jogados seguidos de muitos erros bobos. Mas que pela idade é até normal, Victoria tem muita habilidade e tem horas que se perde um pouco, em vez de fazer o simples, quer fazer o mais difícil e acaba cometendo erros bobos, a esquerda também se mostrou um ponto muito fraco, mas tem tempo para evoluir em todos os aspectos do jogo.
A nossa ons né
Sereninha???? Brincadeira sua, né?
Para que usa “fonsequismo fonsequisado”, vc acha que dá para levar a sério algo??
Primeira vez que tenho a oportunidade de assistir um jogo da Victoria Barros e concordo com os experta que projetam um grande futuro para ela. Porém, achei horrível a atitude dela em quadra, com caras e bocas do começo ao fim, o tempo todo se comunicando com o técnico e com a mãe, enfim focando muito mais em coisas extra jogo do que com a disputa dos pontos. Muito preocupante para uma garota da idade dela. Bate com sobras a Sabalenca em trejeitos após erros.
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Concordo plenamente.
Você está comparando as duas jogadoras no ano de 2025? Victoria Barros, nascida em dez/2009, com Aryna Sabalenka, nascida em maio/1998, mais de 11 anos de diferença entre elas?
Se hoje ela já exagera em caras e bocas, imagina daqui a onze anos.
Totalmente de acordo! Muita “marra” e mídia e pouco tênis. Naná joga muito mais, além de ser humilde e carismática.
Mais uma vez,a Victória é potiguar e não capixaba, fora isso ao contrário da Naná lhe faltou sorte no sorteio,mas ela mostrou que tem potencial.
Pelo que vimos hoje em quadra, independentemente dos resultados, Naná >>>>>> Vitória.
Muito balão, algum estrelismo e pouca coragem. Não gostei não.
Claro, só tem 15 anos. Vai saber o teto dela e da Naná. Mas pra fama e expectativa que criaram em cima dela, não me surpreendeu.
Concordo plenamente
Assim, para mim, não há necessidade de comparar pela idade e inexperiência das duas. Mas pelo que assisti, são estilos de jogos bem diferentes das duas, Victoria e Naná, e as adversárias que enfrentaram também eram de níveis totalmente diferentes em termos de ranking e qualidade na quadra dura.
Exatamente!
Adversário muito forte contra Victoria. Mas ela fez bonito. Caiu de pé!
A realidade é que a Naná tanto em slam juvenil quanto os torneios profissionais tá dando mais sorte ou correspondendo mais. Acho que a Naná mesmo sendo mais nova poderá subir esse ranking mais rápido que a Victoria.
No ranking juvenil a Victoria está melhor , 21 versus 37 da Nana ( Victoria já ganhou j300) . A Nana eh 4 meses mais nova … ( pouca diferença )
Tem vários fatores para que a diferença tinha tudo para ser muito maior
número 1 Victoria Barros treina na Europa, em uma academia muito conceituada
número 2 por esse motivo treina com varias jogadoras de alto nível, por exemplo já postou treinando com Babosa, Coco Gauf e várias outras na academia do Mouratoglou, e até pouco tempo a juvenil Efremova treinava lá, enquanto isso com quem a Naná treina aqui? Aí vai vim dizer: é só a Naná ir treinar fora tmb, como se fosse simples, Victoria Barros recebeu um convite pra treinar lá, com tudo pago e sua mãe se dispôs a ir junto, será que a Naná recebeu esse tipo de convite? Como quem conhece um pouco da história da Naná sabe, eles são de origem humilde, seu pai é treinador de tênis, lá fora, ele iria ter a chance de continuar trabalhando? Não sabemos como é a Família de cada um
E número 3 por residir na Europa é mais fácil o deslocamento para jogar torneios
Por todos esses motivos a diferença entre as duas teria que ser muito maior
A postura da mãe preocupa. Enquanto o treinador mantinha-se calmo, tentando segurar a atleta visivelmente acelerada, a genitora super agitada à beira de quadra. Enfim, aprendizado para as duas e a equipe técnica tem que definir logo os papéis para o bem da Vitória.
Tem apenas 15 anos, está muito crua para o circuito. E não ajuda também sua postura em quadra, muitos trejeitos sem sentido
Whitney Osuigwe, 23 anos, 136 do mundo, já jogou chave dos quatro Slams, ex n.° 1 junior, campeã do Roland Garros Jr. Só dá Victoria aos 15 anos em seu primeiro jogo de WTA jogar de igual pra igual contra ela é um grande feito. E até dava pra ganhar, o que seria lendário.
Claro que o fator idade pesa bastante, mas a postura dela precisa melhorar em alguns momentos. Praticamente em todos os pontos ela olhava pro seu box. Na entrevista deu uma bela escorregada dizendo que “perdeu para ela mesma”… Mas é inegável que tem potencial, vamos torcer para que faça uma boa transição pro profissional no ano que vem.
Para uma garota de 15 anos a escorregada na entrevista é mais que natural e não deve preocupar. Não minha opinião, o que deve preocupar, e muito, é a postura em quadra. Chiliques em exagero e a mãe interferindo. Resolver o problema da mãe é fácil, mas o chiliquismo……..
Ninguem vai comentar dos baloes?? Se fosse a Ce ou a Pigossi estariam perdidas kkk
Whitney jogou com seriedade, uma profissional do ramo, parabéns pela vitória, quanto a menina faltou humildade muita humildade, jogou para o público, espero que a treinadora mude o comportamento dela, caso contrário não irá longe. É menina ainda ? então é o melhor momento para aprender.
Pelo que vi nos jogos dela até agora, ela está sendo trabalhada para ter estilo “tiro, porrada e bomba”, estilo que é o mais vencedor hoje em dia. Quando ficar mais velho e amadurecer a estrutura óssea e a musculatura vai precisar trabalhar bastante a movimentação, pois já mostra que quando deslocada um pouco de um lado para outro acaba o estilo “tiro, porrada e bomba”.
Quanto a ser uma “Sereninha”, como dito aqui, pelo menos a marra da Serena ela está tentando ter. É melhor assim marrenta do que “calminha” demais. Só que depois tem de aguentar o “tranco”, não pode ser como a Osaka que era marrenta e cheia de mi-mi-mi, mas quando começou a perder não aguentou e espanou o cabeção.
Não acho certo colocar crianças para jogar profissional, mas talvez seja bom pra, não só pegar experiência, como também tomar um choque de realidade. Seria bom tirarem dela aqueles gritos ridículos enqto é nova, do contrário, vai virar chacota, mais ou menos como a Teliana virou. De qq forma, se eu pudesse dar um conselho, caso a família não seja milionária: não largue os estudos.
Qtos comentários impróprios analisando um menina de 15 anos em quadra, minha opinião jogou com uma tenista formada 130 do mundo, jogou ótimos pontos, e muitos erros não forçados na direita, achei ela habilidosa, tem bom futuro no tenis vamos ver. Agora criticar uma juvenil de 15 anos já decretando seu futuro é demais. Dalcim? queremos seu comentário sobre o jogo.
Atuação absolutamente dentro do esperado. Teve naturais altos e baixos, mas conseguiu equilibrar os dois sets contra uma adversária muito mais experiente e já entre as 150 do mundo. Servirá de ótima experiência. Claro que a Victória tem diversos pontos a ser corrigidos, incluindo postura em quadra, mas é justamente para isso que servem esses torneios: avaliar e corrigir.
Muitos erros não forçados, o que considero normal pela idade e tambem porque provavelmente estava muito nervosa. A pouca idade ficou evidente nas atitudes em quadra, parecia (e não deixa de ser) uma criança. O tempo vai fazer bem a essa garota e tenho certeza que vai amadurecer e se tornar uma boa jogadora.
Meu deus! Um menina de 15 anos ja tem haters, tinha que ser o brasil, estão fazendo a mesma com ela o que fizeram com o joão, quando perde é horrivel, quando ganha não é mais que a obrigação. Ela tem a mesma idade da Nana, e tem um ranking melhor no juvenil e wta. Ela é 19 do juvenil com apenas 15 anos, isso é algo a ser valorizado!
Estou na torcida para voce ter outra nacionalidade o Brasileiro nao te merece