Miami (EUA) – A eliminação precoce no WTA 1000 de Miami foi a última partida da polonesa Iga Swiatek ao lado do experiente treinador Wim Fissette. Nesta segunda-feira, a ex-número 1 do mundo anunciou o final da parceria pelas redes sociais. Em um tom bem leve, ela agradeceu o trabalho e desejou sucesso no futuro para o agora ex-técnico.
“Miami não foi fácil para mim. Sinto decepção, frustração e, claro, uma sensação de insatisfação e responsabilidade pelo que aconteceu na quadra. Também cheguei a muitas conclusões importantes que levarei comigo daqui para frente. Depois de muitos meses trabalhando com Wim Fissette, decidi seguir um caminho diferente”, escreveu Iga em sua conta no Instagram.
“Foi um período intenso, repleto de desafios e muitas experiências importantes. Sou grata pelo apoio, pela experiência e por tudo que conquistamos juntos, incluindo a realização de um dos meus maiores sonhos no esporte. Obrigada, treinador, por esse tempo e pelos ensinamentos que me transmitiu. Desejo tudo de bom, tanto profissional quanto pessoalmente”, acrescentou.
Fissette também adotou um tom leve na despedida. “A gente nunca sabe para onde a vida nos leva e as pessoas que encontramos pelo caminho. Em 2018, conheci a Iga no jantar dos campeões de Wimbledon, depois que ela venceu o torneio juvenil. Sete anos depois, vencemos juntos. Uma bela história”, escreveu o treinador no Instagram.
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“Ambos queríamos e trabalhamos por mais, mas compartilhamos momentos e lições importantes. Iga, agora te desejo boa sorte e sucesso no que vier pela frente. Tenho certeza de que você vai conseguir”, disse Fissette, que já trabalhou com outras estrelas como Victoria Azarenka, Kim Clijsters, Simona Halep, Angelique Kerber e Naomi Osaka.
Swiatek revelou que o restante da equipe técnica permanece a mesma. “Sei que há muitas perguntas, mas informarei vocês sobre os próximos passos no momento oportuno. Estou tirando um tempo para cuidar de mim, processar essa experiência e me preparar para um novo capítulo”, finalizou.












Essa estava fácil de prever
Essa mulherzinha é tão antipática que eu torço para que continue a despencar no ranking.
Torcer pelo mal dos outros só faz mal para nós mesmos. Ela é a maior vencedora do tênis da geração dela e nada faz crer que irá despencar como você invejosamente afirma aqui. E detalhe: podre de rica. Se for chorar, manda áudio.
E o dinheiro dela te pertence?
Argumento raso. Mania feia dos brasileiros de ficarem se apegando ao dinheiro e premiação conquistados pelos tenistas…
Hahahaha. Toma!!!
Só caiu ele? Estranho…. Só se for para ela não ficar totalmente sozinha enquanto procura outro.
O tênis é diferente do futebol, em que os técnicos renomados carregam as suas próprias equipes, compostas por preparador físico e mais 4 ou 5 profissionais. No tênis, os jogadores montam as suas equipes, contratando individualmente o técnico, o preparador físico, o fisioterapeuta e os demais profissionais. Consequentemente, as trocas também costumam ser individuais. Raramente há uma troca coletiva.
Sinceramente, não vi tantas mudanças com a chegada dele! O saque da Swiatek continuou extremamente oscilante, principalmente o segundo serviço. O saque com quick não fazia efeito, principalmente em jogadoras mais altas que já se ajustavam para receber e devolviam no pé da Swiatek. Aí partiram para estratégia do saque sem quick, mais rápido, porém continuou sem criar nenhum problema para as adversárias. No restante do jogo, ele não agregou em variações, basta ver que Swiatek não faz um drop shot, não voleia, não sobe na rede… Swiatek devia procurar o Carlos Rodriguez, ex técnico da Justine Henin, que depois treinou a Na Li.
Podia chamar o Ferrero para treina-la, dar uma sacudida no jogo dela, trazer um pouco de tempero rs.
Precisa colocar variação no jogo, até mesmo um pouco de alegria.
Boa. Mas pensei no ex treinador do Djoko. Esse sim ia fazer ela aprender coisas novas.
Fissette é um treinador interessante pra Bia buscar…
Taí uma opção para a Bia