Cincinnati (EUA) – A eliminação precoce do sérvio Novak Djokovic do Masters 1000 de Cincinnati, perdendo logo em sua estreia no torneio, deixou o britânico Greg Rusedski descontente com a organização. Em seu podcast Off Court, ele criticou a decisão de não terem colocado ‘Nole’ para jogar na rodada noturna.
Rusedski argumentou que isso fez com que o corpo de Djokovic não aguentasse mais, forçando-o a cair precocemente, o que também prejudica os interesses do torneio. “Ele tem que jogar à noite, começando por volta das 19h. Ele conquistou o direito de fazer isso”, afirmou o ex-tenista profissional britânico.
“Fico feliz em ter o Novak por perto sempre que possível. Ele tem 39 anos e o que ele conquistou é fenomenal. Mas é muito difícil fisicamente, especialmente com o calor e a umidade em Cincinnati. Pode ser brutal. Lembro-me de jogar partidas lá, eu ficava parado, encharcado, mal conseguindo segurar a raquete”, comentou Rusedski.
“O calor era insuportável, eu tinha que usar uma toalha gelada. Temos que proteger o Novak. Ele não pode jogar durante o dia”, acrescentou o britânico, que acredita que o US Open cuidará melhor de Djokovic em sua programação.
Para ele, o Grand Slam norte-americano colocará o sérvio em horários mais adequados. “Foi uma agenda brutal para Novak (em Cincinnati). Acho que ele será poupado no US Open e espero que continue jogando por muito tempo”, disse.
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“Precisamos dar a ele um pouco de atenção e agendar seus jogos no horário certo do dia se quisermos que permaneça no torneio. Para mim, o planejamento é importante. Sei que nem sempre é possível proteger as grandes estrelas da chuva e de outros fatores, mas acho que às vezes é preciso tomar essas medidas”, finalizou Rusedski.
Djokovic admite problemas com o calor e umidade após a derrota










O bom e velho Djokovic, segundo Rusedski foi prejudicado no torneio de Cincinatti. Eu concordo com esse parecer de um ex tenista como Rusedski. Espero que no USOpen, levem em consideração, caso a condição física do bom e velho Djoko permita seu comparecimento a esse Grandslam. Ele com o seu status de GOAT, merecidamente conquistado deve receber essa consideração.
Se o Federer que é o Pelé do tênis nunca teve privilégios ( que é o correto ) , vamos dar isso ao Djokovic?? Que conversa mole….
Considerar Federer como o Pelé do tenis é uma grande aberração. O Federer não foi melhor nem do que os que jogaram na sua época, perdeu para os seus dois principais rivais, quanto mais do esporte tenis como um todo. E é uma mistura um tanto quanto descabida, comparar esporte coletivo com individual. O Pelé nasceu em 1940. Se comparar com os jogadores nascidos 8 anos antes e 8 anos depois dele, período de 1932 a 1948, nenhum jogador teve história melhor que a do Pelé, bem diferente da história do Roger Federer. Outro ponto é que privilégios se conquistam. Como não dá pra fazer todos os jogos rigorosamente no mesmo horário, para ser 100% justo, a tendência é que os melhores horários, que atraem mais público, sejam ocupados por tenistas mais populares, que geralmente são os que têm mais títulos.
Quero qualquer um contra-argumentar esse comentário.
Irretocável.
Mr. Federer encerrou a carreira com histórico negativo contra seus dois principais concorrentes (tomava pau de Nadal desde cedo) e com menos taças nos maiores torneios do circuito. Em M1000, são 13 menos que Djokovic.
Se juntarmos os resultados da majestosa carreira de Guga, onde levou “apenas” 5 desses, faltariam 8 ainda para zerar a conta, rsss.
Certamente virão com carisma, jogo mais bonito, maior # de fãs etc, mas o que conta, são conquistas e no tênis, uma zebra pode dar um passeio no parque uma vez, mas vence sempre o melhor.
Não concordo!
Em breve algum paspalho vai querer mudar as regras do esporte pra favorecer o Djokovic !
Nenhum jogador é maior que um torneio, a não ser que fosse uma lenda como Roger Federer
A lenda #3.
Djoko é maior que Federer, números nao mentem.
Em números, não em importância. Os números são superados, talvez mais cedo do que pensamos, com Sinner ou Alcaraz . Já o legado do suíço, fica pela eternidade.
O principal ponto é que Roger Federer não conseguiu nem ser o melhor em comparação com os que jogaram na sua época, quanto mais ser o melhor da história. Importância e legado de um jogador são fatores imensamente subjetivos, e o que fica para a história são os resultados, diferentemente do que você colocou. Se o Federer fosse modelo para os novos jogadores, existiriam muitos que estariam usando o backhand de uma mão.
O dia que os números forem superados, automaticamente, ele (Novak Djokovic) deixará de ser o #1 da história. Até lá, evoque seus postulantes.
Legado por legado, o sérvio cada dia que passa, solidifica o seu.
Agora, cá entre nós, que argumento mais pífio, hein?
Números não importam…
Dois tenistas entram em quadra para jogar. O vencedor deveria ser o que morresse por último, certo?
O bibelô não pode jogar debaixo de sol? Coitado.
É mole? Defendendo o favorecimento do Djokovic. Parece piada.
Os que jogaram em Toronto e Montreal estavam em quadra em sequência, eu respeito toda consideração pelo Novak, mas as condições de jogo, de certa forma, tem que ser as mesmas. E ainda colocaram as meninas para jogarem no primeiro horário no domingo e na segunda. Temos que levar em consideração que ele teve tempo para aclimatação.
Certíssimo.
Honra a quem tem honra.
Quem ainda não conquistou o que Djokovik conquistou, faça o que ele fez, depois cobre os mesmos direitos.
Força Djokovik.
Força na aposentadoria
Perfeita a analise do Rusedski!
Sr Rusedski, todos devem estar sujeitos as nesmas regras e condições, sem favorecimentos. Se vê que não és republicano.
Não exatamente.
Alguns conquistam, a duras penas, certos direitos. Alguns outros, ainda lutam para conquistar.
Quem paga os custos dos eventos, são os fãs e estes querem suas principais estrelas ao longo de todo o evento, como bem pontuou o Rusedski, afinal, o ranking foi criado para isso.
Imagine em uma primeira rodada, nesse evento especificamente, Zverev (cabeça 1) contra o cabeça 2, no meio do dia. Um dois dois iria embora e lá na final, provavelmente um jogo entre os cabeças 90 e 100. O público viria abaixo.
Perfeita a análise. Todos ganham quando uma lenda fica mais tempo em um torneio.
Os fãs de tenistas querem ver os seus ídolos ao longo do evento. Os fãs de tênis querem ver tênis bem jogado, querem ver surpresas, querem ver aqueles com melhor desempenho no torneio vencendo.
Não existe “direito” nenhum no sentido de que o Rusedski e você defenderam, Luiz Fabriciano. São conchavos dos torneios para favorecer os grandes nomes, o que é muito diferente das condições de cabeça de chave, por exemplo. Que eu também acho que deveria ser rediscutido, com a redução do número de cabeças de chave, por exemplo. Do jeito que está a 1a semana dos GS são de um marasmo insuportável.
Mas já que a turma defende o privilégio, o favorecimento às grandes estrelas, a tendência é que as próximas gerações continuem a esmagar os recordes das gerações anteriores. Depois não reclamem que o circuito fique restrito a 2, 3 atletas.
Nem eu, nem você, nem ninguém vai impedir que próximas gerações “esmaguem” records, independente de em que fase do torneio elas se apresentem.
Vão esmagar… ou não.
Talvez, em seu afã de mais uma vez detonar Djokovic, não tenha percebido que não estou cobrando nenhum privilégio para ele, afinal, não é necessário, pois ele mesmo já se manifestou que prefere jogos ao dia que a noite.
Só concordei com o britânico (nascido no Canadá) que os torneios devem proteger suas maiores estrelas para os desafios maiores, uma vez que fãs buscam esses jogos nos torneios.
E todas as maiores estrelas do tênis, vieram do nada. Sendo assim, que cada um conquiste seu espaço.
Gustavo Kuerten era 68 do mundo quando venceu em RG, 1997.
Foi alçado ao status de estrela por esse mérito. Não porque tem nome alemão em sua identidade.
Interessante. Djoko é Messi. Tem que ter respeito e admirar.