Monte Carlo (Mônaco) – Ex-número 7 do mundo e semifinalista no Masters 1000 de Monte Carlo em 2017, o belga David Goffin se despediu do torneio neste domingo ainda no quali, perdendo para o norte-americano Emilio Nava. Após a partida, o veterano de 35 anos, que irá se aposentar no fim da temporada, recebeu uma homenagem em quadra.
Com a presença de Mélanie-Antoinette de Massy, presidente da Federação Monegasca de Tênis e do Monte-Carlo Country Club, e de David Massey, diretor do torneio, o belga recebeu os aplausos do público e se despediu do torneio pela última vez.
“Queria dar tudo de mim nesta partida. Era a última vez que eu jogava o Masters 1000 de Monte Carlo, um torneio que adoro, então eu tinha que dar tudo de mim, mesmo que tenha sido difícil no começo. Eu tinha que lutar, tentar encontrar soluções, tentar me dar uma chance de jogar mais partidas”, disse o belga.

“Foi uma partida cheia de reviravoltas, difícil, mas eu gostei. Eu realmente queria jogar aqui uma última vez. Porque sempre adorei a temporada de saibro e é aqui que ela começa. E desde 2014, moro aqui, e durante o torneio, poder dormir na minha própria cama é um luxo”, acrescentou Goffin.
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Ao relembrar suas memórias no torneio, ele não deixou de destacar sua única semifinal no saibro monegasco. “Minha semifinal contra o Rafa (Nadal) é o meu melhor resultado aqui. Mas vou me lembrar de muitas partidas, como minhas vitórias sobre Novak Djokovic e Dominic Thiem (também em 2017). Cada partida nesta quadra central é inesquecível”.












Bela carreira de um muito jogador que mesmo sem potência e saque fazia jogos duros contra os melhores.
Davi Goffin, grande jogador! Batalhador. Gostava muito de vê-lo jogar!
Ano passado, ainda deu pra ganhar do alcaraz fora do saibro! Tenista competente e habilidoso!
Podia ter recebido o WC para a chave principal no lugar do Kouame. O francês é jovem, certamente vai receber muitos convites.