Princesa visita o All England Club. “Foi uma honra jogar diante dela”, diz Keys

Princesa de Gales e Andy Murray (Foto: Wimbledon/ Facebook)

*Atualizada às 14h06

Londres (Inglaterra) – Patrona do torneio de Wimbledon, a Princesa de Gales, Kate Middleton, visitou o All England Club nesta quinta-feira, sendo recebida por Deborah Jevans, presidente do clube, e por Tim Henman, de 51 anos, ex-número 4 do mundo, quatro vezes semifinalista do Grand Slam inglês e membro do Comitê do AELTC.

A princesa, como sempre, visitou algumas instalações como o Players Lawn (Gramado dos Jogadores), conversou e se deixou fotografar por pessoas no The Queue, a fila para adquirir ingressos no dia, e até fez a entrega de alguns ingressos.

“Dando uma passada na famosa fila de Wimbledon e curtindo um tênis fantástico! Um dia maravilhoso celebrando as pessoas que tornam o torneio tão especial”, comentou a princesa em sua conta no Instagram.

Ela passou também pela Quadra 18, onde viu parte da partida da segunda rodada em que o britânico Arthur Fery, de 23 anos, que garantiu vaga na 3ª rodada ao vencer o finlandês Otto Virtanen, por 5/7, 7/6 (7/3), 6/3 e 6/3.

 

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Na Quadra 1, foi recepcionada por Andy Murray, bicampeão de Wimbledon (2013 e 2016), e Anne Keothavong, ex-número 1 britânica e capitã da equipe do país na então Fed Cup em 2018 e 2019. A Princesa de Gales assistiu à partida sentada na arquibancada, uma vez que o camarote real só existe na Quadra Central, e viu a vitória da americana Madyson Keys sobre a convidada britânica Katie Swan, 196ª do ranking, por 6/3 e 6/4.

Andy Murray, Kate Middleton e Anne Keothavong (Foto: Andrew Baker/ AELTC)

Apesar de talvez ter decepcionado a princesa — e a maioria dos torcedores britânicos nas arquibancadas — ao eliminar a última favorita da casa que restava na chave de simples, Keys afirmou que foi uma “honra” competir na Quadra nº 1 diante dela.

“Quando a Katie fazia uma jogada incrível e toda a torcida vibrava, o som ecoava de forma impressionante. É uma atmosfera incrível poder jogar aqui”, disse Keys.

“Wimbledon é sempre um dos lugares mais especiais do mundo”, acrescentou. “Comecei a jogar tênis porque vi a Venus (Williams) jogando em Wimbledon. Então, literalmente, eu não estaria aqui se não fosse por este torneio. É uma honra enorme voltar todos os anos, caminhar pelo complexo e ver a história do torneio … É aquele tipo de coisa com que a gente sonha quando é criança.”

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