Brasília (DF) – Numa final entre dois tenistas de 21 anos, o português Henrique Rocha se mostrou muito mais sólido e levou o título do challenger de Brasília neste domingo, ao derrotar o paraguaio Daniel Vallejo em sets diretos, parciais de 6/4 e 6/4.
Rocha chega ao terceiro troféu de nível challenger de sua curta carreira e atingirá seu mais alto ranking até agora, saltando 31 posições e chegando ao 138º posto, 11 acima de sua melhor marca anterior. Ele também foi campeão de duplas, no sábado, ao lado do compatriota Jaime Faria.
“Precisei subir meu nível para vencer esta final”, afirmou Rocha. “Espero mais batalhas contra Vallejo no futuro”. Ele aproveitou para agradecer o trabalha da Federação Portuguesa. “É uma grande ajuda para mim desde meus 15 anos. Preciso agradecer muito sempre, pois todo grande resultado que consigo é graças a eles”.
O paraguaio, que tem obtido grande sucesso sobre o saibro brasileiro desde o ano passado, alcançará seu principal objetivo da temporada e passará a integrar o top 100, como 96º colocado provisório, o que pode lhe garantir vaga direta em Roland Garros. A nova lista internacional será publicada dentro oito dias, após Indian Wells.
Vallejo tentava seu sexto troféu de nível challenger e o quarto no saibro brasileiro, tendo sido campeão no ano passado no 75 de Curitiba, há poucos dias no 75 de Itajaí e em 2024 no 75 de São Leopoldo. O paraguaio também ganhou o M25 de Curitiba na última temporada e fez final no challenger da Costa do Sauípe.
Os dois embarcam imediatamente para Santiago, no Chile, onde estarão na lista de favoritos do challenger local, que começa já nesta segunda-feira.












Foi uma boa semana dos BRs em Brasília com 4 quadrifinalistas e 2 semifinalistas numa chave onde n tínhamos nenhum cabeça de chave..
Dito isso, ver o campeão e o vice já viajando direto pro próximo CHL enquanto nossos guerreiros se chegam numa final quase q obrigatoriamente pegam ao menos 1 semana de atestado, explica bastante o fato de n termos nenhum cabeça de chave nesse nivel de torneio..
Então,o Eduardo Ribeiro jogou no sábado e desistiu de jogar o quali em Santiago, terrível
Semana foi dura e produtiva para ele em Brasília, foi longe em simples e dupla. Tem de dar um tempo para recuperar o físico.
É sério isso?
O Brasil é um país com péssimos índices de produtividade mundial no trabalho em geral. O curioso é constatarmos que isso reflete no tenis tambem.
E o Puccinelli depois do incrível esforço, cansaço da Copa Davis, um mês de atestado pelo menos, ele merece, não é…
E ainda tinha gente defendendo que ele merecia um WC para o Rio Open
Bons nomes pra se acompanhar. O Vallejo é mais um sul-americano top 100.
Esse Português é muito bom jogador. Muito intenso e consistente.
Tem nível para ficar “navegando” entre Top 50 -100.
Primeiro set podia ter ganhado de 6×2, parecia que estava só controlando o jogo, quando precisava ele aumentava a intensidade.
Segundo set, depois da chuva, a quadra ficou pesada o muito lenta. Mesmo assim, quando precisava ele subia o nível e botava frente.
Guardem esse nome aí.
Muito bom que tenham sido finalistas dois jovens. O futuro agradece.
Pena que não deu pra assistir os jogos aqui em Brasília. Regras sem sentido! Público pequeno!
O Iate é tão incrível que tem um Challenger só pra ele. E a CBT aplaude.
Muita gente querendo mas poucos ingressos a disposição. Faltou mais estrutura para receber públicos maiores. Aqui em Brasília muita gente se interessa por tênis