Melbourne (Austrália) – A participação de Jasmine Paolini na chave de simples do Australian Open terminou nesta sexta-feira, ao ser derrotada pela norte-americana Iva Jovic, de 18 anos, em um confronto de 6/2 e 7/6 (7-3). Em entrevista, a italiana reconheceu o mérito da adversária, mas revelou não estar 100% fisicamente durante o confronto.
“Deitei no sofá depois do almoço, e isso não fez bem para o meu estômago. Entrei na quadra e não conseguia me movimentar direito, mas tentei ficar lá porque sabia que melhoraria com o tempo. Mas não foi o suficiente para virar o jogo”, explicou a número 7 do mundo.
“Há dias em que a digestão está pior. Hoje, porém, estava particularmente ruim porque senti como se algo estivesse preso no meu estômago. Mas não acho que tenha sido culpa da comida; foi o fato de eu ter deitado no vestiário. Tinha ar-condicionado, e em certo momento, senti frio”, complementou.
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A italiana também apontou algumas falhas comprometedoras na partida, como seu saque. “Eu acho que eu não joguei mal nesse torneio. Hoje foi difícil, mas há coisas positivas, claro. Há coisas que eu ainda preciso melhorar, o saque está variando muito. No primeiro jogo foi muito bom e hoje foi muito ruim. Espero achar um pouco mais de consciência”, disse.
Além de explicar as condições físicas que estava enfrentando, Paolini não deixou de reconhecer o talento da jovem adversária. “Foi muito difícil. Ela estava jogando bem, sem muitos erros, movimentando a bola, agressiva. Eu tentei estar em todos os pontos para jogar no fundo e ir para o terceiro set, mas não foi o suficiente, ela jogou melhor que eu. Acho que ela tem um futuro brilhante”, admitiu.
Agora, a número 7 precisará esquecer a derrota desta sexta-feira para focar no seu jogo de duplas, ao lado de Sara Errani, que acontece na manhã de sábado, pelo horário da Austrália. As italianas enfrentarão as donas da casa, a dupla australiana Kimberly Birrell e Talia Gibson.
“Agora eu estou pensando na simples, mas amanhã é um novo dia. Espero que a gente possa jogar uma boa dupla para tentar mudar um pouco o rumo desse torneio. Vai ser difícil com o público torcendo para as meninas australianas, mas estaremos lá”, finalizou Paolini.













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