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Rublev pede fim da interferência política no tênis
03/08/2022 às 16h14

Washington (EUA) - As questões políticas têm sido assunto constante no circuito em 2022, desde as restrições aos tenistas não vacinados em certos países, como foi na Austrália no começo do ano e agora nos Estados Unidos e Canadá, até a questão dos russos e bielorrussos, impedidos de competir em Wimbledon por causa da invasão na Ucrânia.

Um dos afetados por isso, o russo Andrey Rublev se posicionou contra a interferência externa no dia a dia do circuito e pediu uma maior isenção. “É claro que a política sempre fez parte do esporte. Todo mundo sabe disso, mas acho que se ficarmos juntos e fizermos coisas pela paz, o tênis pode dar o exemplo e ser seguido por muitos outros esportes”, falou o atual número 8 do mundo.

“Talvez um dia o esporte possa se desvincular da política. Acredito que o tênis pode ser separado da política porque é um daqueles esportes que é independente do resto. Temos jogadores de todo o mundo, viajamos por todas as nações. Pelo menos eu acredito nisso”, acrescentou o russo, que nesta semana compete no ATP 500 de Washington.

Principal favorito ao título do torneio norte-americano, Rublev estreou com vitória em sets diretos para cima do britânico Jack Draper e agora espera pelo vencedor do duelo 100% local entre Jack Sock e o cabeça de chave 13 Maxime Cressy.

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Suzana Silva