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Swiatek oscila, mas vence mais uma em sets diretos
28/05/2022 às 09h05

Paris (França) - A fase da polonesa Iga Swiatek é tão boa, que mesmo quando não apresenta seu melhor tênis ela consegue vencer em sets diretos. Foi o que aconteceu neste sábado em Roland Garros, onde a número 1 do mundo oscilou bastante na segunda parcial, mas mesmo assim derrubou a montenegrina Danka Kovinic com placar final de 6/3 e 7/5, após 1h31 de confronto.

Nas oitavas de final, Swiatek terá pela frente a chinesa Qiunwen Zheng, responsável por deixar pelo caminho a romena Simona Halep, que teve muita facilidade para superar a contundida francesa Alizé Cornet. Após ver Zheng abrir 6/0 e 3/0, a esperança local desistiu da partida. Ela havia eliminado na quinta-feira a campeã de 2017 Jelena Ostapenko.

Esta foi a 31ª vitória consecutiva da polonesa, que se tornou apenas a quarta jogadora da história a vencer pelo menos 17 das suas primeira19 partidas em Roland Garros, ficando atrás apenas de Margaret Court, Chris Evert e Monica Seles, que venceram 18 em 19.


Iga começou muito bem na partida, cedeu apenas um ponto em seus dois primeiros games de serviço e entre eles conseguiu uma quebra, precisando de cinco break-points para obter a vantagem sobre a rival montenegrina, abrindo assim 3/0 logo de cara. Kovinic chegou a reagir e devolveu o break no sétimo game, mas a polonesa anotou nova quebra em seguida e logo depois fechou o primeiro set.

Na segunda parcial veio a maior oscilação de Swiatek na partida. Ela chegou a abrir confortável vantagem de 4/1, com duas quebras de frente, mas então não jogou tão bem nos games seguintes, perdeu dois saques consecutivos e viu Kovinic fazer 5/4. Só que na reta final, a polonesa mostrou por que é a número 1 do mundo, anotou novo break e venceu três games seguidos para fechar o jogo.

Depois de vencer 76% dos pontos de saque no primeiro set, a polonesa teve aproveitamento de 60% no segundo e terminou a partida com 67% no geral. Swiatek anotou as mesmas 13 bolas vencedoras que Kovinic, mas levou a melhor na maior consistência, cometendo 23 erros não forçados contra 31 da montenegrina de 27 anos e atual 95 do mundo.

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