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Djokovic: 'Nadal é sempre favorito para vencer RG'
20/05/2022 às 12h59

Paris (França) - Cabeça de chave número 1 em Roland Garros, o sérvio Novak Djokovic conheceu na última quinta-feira o caminho que terá pela frente para buscar o tricampeonato no torneio parisiense. Ele estreará contra o japonês Yoshihito Nishioka e pode encarar uma duríssima sequência na reta final, cruzando com Rafael Nadal nas quartas de final e com Carlos Alcaraz na semi.

“Acho que todo jogador sempre olha para a chave inteira e a estuda de alguma forma. Mas você tem que se concentrar em seu próximo desafio e partida. É claro que sei que a metade superior está muito difícil, mas é algo que não pode realmente afetar porque é o que é. Estou realmente focado em começar bem o torneio contra Nishioka e então continuar a partir daí”, comentou o sérvio sobre sua chave.

Djokovic sabe que não terá moleza para chegar à final e destaca justamente os dois rivais espanhóis como seus principais obstáculos na disputa, embora reconheça que outros nomes também têm sua chance de brigar pelo título.

“Quando falamos sobre favoritos para Roland Garros e saibro, Nadal sempre tem que estar no topo por causa de seus recordes, particularmente neste torneio. Temos também Alcaraz, que obviamente é a história do tênis masculino nos últimos quatro ou cinco meses. Há muitos jogadores que querem colocar as mãos nesse troféu em algumas semanas e estou muito ciente disso”, analisou o líder do ranking.

Após um começo bastante irregular no saibro, o sérvio foi crescendo e terminou a preparação para Roland Garros com boas apresentações e o título em Paris. “Esta superfície é a mais exigente em vários aspectos. Primeiro fisicamente, você sabe, sempre precisa esperar que você jogue uma ou duas tacadas a mais”, falou Djokovic,

“Além disso, para mim, historicamente sempre foi necessário algum tempo e vários torneios para realmente me sentir confortável. Raramente me senti bem logo no primeiro ou segundo torneio da temporada. Levei dois torneios para realmente sentir que estou chegando perto do nível desejado e cheguei a esse nível em Roma”, complementou o sérvio de 34 anos.

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