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Djokovic diz sair de Roma com confiança no topo
15/05/2022 às 17h59

Roma (Itália) - Demorou mas enfim chegou o primeiro título do sérvio Novak Djokovic na temporada. Após um começo de ano bastante conturbado e um nível baixo em seus primeiros eventos, o número 1 do mundo foi crescendo e nesta semana sagrou-se campeão pela sexta vez no Masters 1000 de Roma, terminando sua campanha de forma irretocável, sem perder um set sequer na competição.

“Não poderia sonhar com uma semana melhor do que esta. Acreditei em todos os momentos que seria em Roma onde eu encontraria o auge da minha forma, sabia que este era um processo e que, como em outras ocasiões, aqui eu chegaria ao mais alto nível. Depois de tudo o que aconteceu no início da temporada, foi muito importante vencer um grande torneio”, afirmou o líder do ranking.

“De certa forma eu diria até que é um alívio, pois me deixou em uma posição bem mais confortável antes de chegar em Roland Garros, com a confiança necessária para pensar que tenho a chance de vencer lá”, acrescentou Djokovic, que acredita sair de Roma ainda mais forte mentalmente.

O sérvio de 34 anos destacou que o impacto emocional do que aconteceu na Austrália ficou no passado e serve apenas de motivação. “Procuro transformar situações adversas em combustível para os próximos desafios. Penso com otimismo no que aconteceu e como essa experiência para me fortalecer. É verdade que nunca tinha experimentado algo assim, mas agora me sinto renovado e muito forte em nível mental”.

Para o número 1 do mundo, o desempenho mostrado no Foro Itálico foi sendo construído no decorrer das últimas semanas. “Em Madri foi onde comecei a me sentir bem. Passei melhorando minha condição física entre Belgrado e Madri. Em Monte Carlo e Belgrado encarei muitos problemas, que estavam relacionados à doença que tive, então agora me sinto perfeito. No duelo contra Carlos (Alcaraz) eu já estava no meu nível mais alto”, falou Novak.

Questionado sobre as chances em Roland Garros, ele não escondeu estar com muita confiança e bons sentimentos sobre suas chances de sucesso em Paris. “Considero-me um favorito com base no ranking e no nível de jogo que demonstrei nas últimas duas semanas. Vou para lá com a maior ambição, mas os Grand Slams são um mundo diferente. Mas tenho a sensação que posso ir muito longe”, encerrou o sérvio.

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