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Pegula confirma ótima fase e chega à final de Madri
05/05/2022 às 20h05

Pegula enfrentará Jabeur em busca do maior título da carreira

Foto: Mutua Madrid Open

Madri (Espanha) - Em sua terceira semifinal de WTA 1000 na carreira, Jessica Pegula conseguiu dar um passo a mais em comparação com suas tentativas anteriores e assegurou um lugar na final em Madri. A norte-americana de 28 anos e 14ª do ranking superou a suíça Jil Teichmann, 35ª colocada, por 6/3 e 6/4 em 1h22 de partida.

Pegula tem apenas um título de WTA, conquistado no ano de 2019 em Washington, e tem outras duas finais no circuito. Sua adversária na decisão marcada para o sábado será a tunisiana Ons Jabeur, número 10 do mundo, e que também só venceu um torneio no circuito, na grama de Birmingham no ano passado. O histórico de confrontos está empatado por 2 a 2.

"Acho que nós duas teremos um pouco de pressão, porque é a nossa primeira final de WTA 1000. Ela é uma lutadora e joga um tênis incrível, além de ser uma ótima pessoa", disse Pegula, durante sua entrevista em quadra. "Amo conversar com ela nos vestiários. Acho que nós duas merecemos estar aqui e espero que possamos entregar um grande espetáculo para os fãs".

A norte-americana está ganhando três posições no ranking e pode ser top 10 em caso de título. Nos últimos meses, fez semis em Montréal e Miami. "Eu sabia que estava próxima do top 10. Para chegar lá, você precisa ir muito bem nos torneios grandes e conquistar títulos. Estou feliz por ter chegado à final. É a minha primeira final de WTA 1000. Estou muito orgulhosa de mim mesma, porque estava batendo na porta há algum tempo".

Eliminada na semi, Teichmann buscava sua segunda decisão em torneios deste porte. No ano passado, a suíça ficou com o vice em Cincinnati, sendo superada pela então número 1 do mundo Ashleigh Barty na decisão. A canhota de 24 anos também tem uma semifinal de Dubai na última temporada.

A semifinal entre Pegula e Teichmann começou da melhor maneira possível para a norte-americana, que abriu 3/0 no placar ao vencer 12 pontos em 14 possíveis. E ela quase conseguiu mais uma quebra, já que Teichmann teve que salvar um break-point no quarto game da partida. A suíça, que vinha cometendo muitos erros não-forçados, especialmente com o forehand, teve uma breve recuperação no jogo. Ela diminuiu para 3/2, mas voltaria a ter o serviço quebrado na sequência e Pegula não teve mais o saque ameaçado no primeiro set.

O domínio de Pegula continuou no segundo set, com uma quebra de serviço logo no game de abertura. A norte-americana vinha sustentando sua liderança no placar até o 4/2 sem ter enfrentando nenhum break-point na parcial, mas fez um oitavo game muito ruim, cedendo o empate para a suíça. Ainda assim, a número 14 do mundo rapidamente retomou o controle das ações. Com seu jogo firme do fundo de quadra e golpes potentes dos dois lados, ela conseguiu vencer os últimos dois games e fechou o jogo. Pegula fez 22 a 12 em winners e as duas jogadoras cometeram 13 erros cada uma.

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