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Osaka celebra 1ª final e poder de reação na semi
01/04/2022 às 10h52

Miami (EUA) - Pela primeira vez na temporada a japonesa Naomi Osaka disputará uma final, algo que não conseguia fazer desde o título do Australian Open do ano passado. Na última quinta-feira, a ex-número 1 do mundo mostrou grande poder de reação contra a suíça Belinda Bencic, derrotando a campeã olímpica de virada.

“Estou feliz que eu consegui passar, não foi realmente um alívio, mas foi definitivamente felicidade. Sabia que seria difícil hoje, então estou feliz por ter conseguido superar isso”, comemorou a japonesa, que já estava feliz em conseguir chegar tão longe, mas queria ir além e conseguiu alcançar a decisão no WTA 1000 de Miami.

“As semifinais significaram muito para mim. No aquecimento, estava muito nervosa. Depois, senti que não estava movendo meus pés tão bem. Mas eu queria entrar neste torneio e me testar e sinto que ela era provavelmente a melhor adversária do mundo para isso. Até porque não tinha boas lembranças de jogar contra ela”, contou Osaka.

Realmente os duelos mais recentes com Bencic não foram bons para a japonesa, que havia vencido apenas um, em 2013, mas perdera os três últimos, todos em 2019. Para complicar, ela saiu perdendo para a suíça, mas não deixou se abater e foi em busca da virada.

“Ela estava apenas jogando muito bem. No segundo set eu disse a mim mesma algo como: ‘Escute, se ela te vencer, alguém vai ter que te levar para fora da quadra em uma maca, porque você vai lutar por tudo’. Acho que consegui me dar algumas oportunidades e pude aproveitá-las. Fui capaz de me forçar a passar por isso”, comentou Osaka.

A japonesa destacou não apenas o resultado positivo, mas a experiência de aprendizado que teve em quadra. “Eu meio que quero assistir aos vídeos de seus retornos de backhand, porque foram tão bons hoje”, comentou a ex-número 1 do mundo, que na final de sábado às 14h (horário de Brasília) irá desafiar a futura líder do ranking, a polonesa Iga Swiatek, que vem em série de 16 vitórias.

“Eu me lembro de jogar contra Iga em Toronto, quando ela estava começando, e meu pensamento imediato foi: ‘Uau, essa garota é realmente atlética. Ela está deslizando por todos os lugares’. Realmente é incrível ver o quão longe ela chegou. É simplesmente incrível ver que ainda esteja lutando neste torneio e será a número 1 em breve”, finalizou.

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Suzana Silva