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Wild: 'Ainda temos condições de sair com a vitória'
04/03/2022 às 19h45

Wild destacou a imposição de Zverev desde o começo e acredita que possa melhorar para sábado

Foto: Marcello Zambrana/ITF
Felipe Priante

Rio de Janeiro (RJ) - Apesar de ter saído derrotado de quadra na partida que abriu o confronto com a Alemanha nesta sexta-feira no Parque Olímpico, o paranaense Thiago Wild mostrou otimismo em relação ao futuro da série. Após perder para o número 3 do mundo Alexander Zverev em sets diretos, ele disse acreditar nas chances de virada brasileira.

“Copa Davis é sempre uma competição especial para mim. Seja para jogar, ou para ajudar o grupo, sempre estarei com o time. A atmosfera estava sensacional e temos totais condições de sair com a vitória”, afirmou o paranaense, que viu algumas coisas positivas e outras negativas no duelo que teve com Zverev.

“Ele é um jogador que dispensa comentários, não consegui jogar o meu melhor tênis pela imposição que ele teve desde o começo do jogo, mas acho que consegui fazer um bom papel, fiz o que me propus. As sensações foram boas, mas acho que poderia ter jogado mais. Preciso de um pouco mais de constância durante os pontos, principalmente me movimentar melhor para a esquerda nos ralis, uma coisa de ajuste de pés”, avaliou.

Wild acredita que tenha já evoluído um pouco nos aspectos citados, mas garante ainda ter trabalho para se fazer, inclusive afirmando poder fazer ajustes para um possível quinto jogo. “Tenho que me focar e entrar com a cabeça zerada. Se chegar, vai ser um jogo decisivo e estarei pronto para ajudar a equipe como puder”, comentou o brasileiro.

Questionado sobre as condições da quadra, o paranaense foi elogioso, embora reconheça que as condições não eram as favoritas. “Por ser uma quadra nova, ela estava boa, mas quadras assim são mais fofas e a bola pica um pouco mais, não são minhas condições favoritas, mas tenho que me adaptar”, falou Wild, que também comentou a presença de última hora de Zverev no duelo. “Foi uma surpresa para todos, mas nós simplesmente temos que focar em jogar nosso melhor tênis possível. Isso é uma competição em que jogamos pelo Brasil e não por nós”.

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