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Barty pode recolocar Austrália na final após 42 anos
26/01/2022 às 13h30

Duelo entre Barty e Keys abre as semifinais desta quinta-feira em Melbourne

Foto: Arquivo

Melbourne (Austrália) - Líder do ranking mundial e ainda sem perder sets no caminho até a semifinal do Australian Open, Ashleigh Barty tenta encerrar um longo jejum de títulos para o país. A última australiana a ser campeã do torneio foi Chris O'Neil em 1978. Mas antes disso, Barty tenta se tornar a primeira anfitriã a chegar à final desde Wendy Turnbull em 1980.

Barty abre a rodada de semifinais nesta quinta-feira às 5h30 (de Brasília). A número 1 do mundo enfrenta a norte-americana Madison Keys, ex-top 10 e atual 51ª colocada. A australiana lidera o histórico de confrontos por 2 a 1. Em comum entre as duas jogadoras também está o fato de ambas terem conquistado títulos em Adelaide no início da temporada, Barty venceu um WTA 500 na primeira semana do ano, enquanto Keys ganhou um 250 na semana seguinte.

"É muito bom ter Madi jogando seu melhor tênis de novo. Ela é uma jogadora top e merece estar no topo. É uma das meninas mais incríveis do vestiário, porque também fez muitas coisas boas fora da quadra com algumas instituições de caridade com as quais trabalhou", comentou Barty, que luta por um título inédito em Melbourne. A australiana de 25 anos já tem duas conquistas em Grand Slam, Roland Garros em 2019 e Wimbledon no ano passado.

Por sua vez, Keys tenta alcançar sua segunda final de Grand Slam na carreira. A norte-americana de 26 anos tem como melhor campanha em torneios deste porte um vice-campeonato do US Open em 2017. Mas ela tem bastante experiência em grandes torneios e disputará sua quinta semifinal de Slam e a segunda na Austrália.

Swiatek e Collins duelam na segunda semi
A segunda semifinal acontece logo na sequência, entre a polonesa Iga Swiatek, número 9 do mundo, e a norte-americana Danielle Collins, 30ª do ranking. O único duelo anterior foi disputado no ano passado em Adelaide, com vitória de Swiatek.

A jovem polonesa de 20 anos foi campeã de Roland Garros em 2020 e faz a melhor campanha da carreira na Austrália. Já Collins está com 28 anos e volta à semifinal em Melbourne depois de três temporadas, lutando ainda pela primeira final de Grand Slam.

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