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Djokovic tem empresa que busca remédio para covid
19/01/2022 às 20h45

Londres (Inglaterra) - O número 1 do mundo Novak Djokovic é o acionista controlador de uma empresa de biotecnologia dinamarquesa com o objetivo de desenvolver um tratamento para a Covid-19 que não envolva vacinação. A informação foi publicada nesta quarta-feira pelo jornal inglês The Guardian, mas o tenista não fez comentários até agora.

Segundo fontes não reveladas, o sérvio comprou a participação de 80% na QuantBioRes em 2020, ano em que surgiu a pandemia. Ivan Loncarevic, presidente-executivo da empresa, confirmou o investimento à agência de notícias Reuters. Em entrevista ao diário Financial Times, Loncarevic frisou que Djokovic não pode ser taxado de 'antivacina'.

Djokovic tentou entrar em Melbourne para disputar o Australian Open sem vacinação mas com uma exceção médica concedida pela Tennis Australia. Foi barrado no aeroporto, recorreu na Justiça, conseguiu treinar por uma semana, mas por fim teve o visto novamente negado pelo ministro da Imigração e fez novo apelo, desta vez ao Tribunal Federal, sendo derrota. Alex Hawke alegou que sua presença na Austrália poderia incentivar o abandono da vacinação.

A QuantBioRes tem cerca de 11 pesquisadores trabalhando na Dinamarca, Austrália e Eslovênia, de acordo com Loncarevic, que enfatizou que a empresa estava trabalhando em um tratamento, não em uma vacina. O site da empresa diz que começou a desenvolver um “mecanismo de desativação” para a covid-19 em julho de 2020, um mês depois de Djokovic adquirir a participação majoritária.

O caminho científico é encontrar um peptídeo que iniba o coronavírus de infectar a célula humana. Os primeiros testes devem acontecer a partir de junho de 2022.

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