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Primeiro-ministro deixa porta aberta para Djokovic
16/01/2022 às 23h51

Melbourne (Austrália) - No dia seguinte à deportação do sérvio Novak Djokovic, o primeiro-ministro australiano Scott Morrison deu a entender que o número 1 do mundo poderia retornar ao país antes de cumprir uma proibição de viagem ao país de três anos.

O primeiro-ministro declarou que “regras são regras” e não se arrepende de ter expulsado o tenista do país. “A Austrália tem regras muito claras e os australianos têm seguido essas regras. Essa é uma das razões pelas quais a Austrália tem uma das taxas de mortalidade mais baixas, economias mais fortes e taxas de vacinação mais altas do mundo'', disse Morrison.

“E vocês sabem, nós aplicamos as regras igualmente neste país. Foi enviada uma mensagem muito clara. Se você quiser vir, tem que ser vacinado ou ter uma isenção médica válida e nenhuma delas era o caso. Então as pessoas fazem suas próprias escolhas e essas escolhas significavam que ele não poderia vir aqui e jogar tênis”, acrescentou.

Sob as duras leis de fronteira da Austrália, o tenista agora está proibido de entrar no país por três anos. No entanto, o primeiro-ministro pode optar por encurtar essa proibição dependendo do caso. “Há a oportunidade de retorno nas circunstâncias certas e isso pode ser considerado no momento”, falou Morrison.

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