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Governo federal havia alertado sobre isenção de Djoko
06/01/2022 às 00h42

Melbourne (Austrália) - Toda novela envolvendo o sérvio Novak Djokovic em seu desembarque na Austrália, onde foi retido no aeroporto e acabou tendo o visto cancelado, poderia ter sido evitada se as autoridades de saúde federais tivessem sido escutadas por Craig Tiley, diretor do Australian Open.

Segundo informa o jornal australiano The Age, as autoridades avisaram por escrito em duas ocasiões diferentes que as pessoas que não foram vacinadas e contraíram Covid-19 nos últimos seis meses não teriam permissão para viajar para a Austrália sem quarentena.

O surgimento de duas cartas do Departamento de Saúde e Ministro da Saúde Greg Hunt em novembro lança dúvidas sobre por que Djokovic recebeu uma isenção para jogar por painéis de saúde organizados pela Tennis Australia e pelo governo de Victoria.

Djokovic, que terá uma audiência no Tribunal Federal na quinta-feira, foi enviado para uma instalação de quarentena do governo federal em Melbourne. De acordo com várias fontes ouvidas pelo jornal australiano, o número 1 se candidatou a uma isenção alegando que havia contraído Covid nos seis meses anteriores.

Em uma carta enviada a Craig Tiley em 18 de novembro, a Primeira Secretária Adjunta do Departamento de Saúde, Lisa Schofield, disse que “as pessoas que já pegaram Covid e não receberam uma dose da vacina não são consideradas totalmente imunizadas e que não seriam aprovadas para entrada sem quarentena”.

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