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Austrália aperta o cerco contra os não vacinados
19/10/2021 às 11h52

Melbourne (Austrália) - A situação dos tenistas que não se vacinaram e que pretendem disputar o Australian Open em 2022 parece estar cada vez mais delicada. Nesta terça-feira, o premier do estado de Victoria, onde o torneio é disputado, Daniel Andrews foi bem claro em relação ao que as autoridades deverão cobrar de quem for ao país para o Grand Slam local.

“Não acho que um tenista não vacinado conseguirá um visto para entrar neste país e, se conseguir um visto, provavelmente teria que ficar em quarentena por algumas semanas”, afirmou Andrews, cujo governo estadual ordenou que todos os trabalhadores devam receber as duas doses da vacina para trabalhar fora de suas casas.

O russo Andrey Rublev também falou sobre esta questão em coletiva de imprensa no ATP 250 de Moscou e contou o que está sabendo. Ele reforçou o que foi dito pelo político australiano e disse ter sido informado que quem não estiver vacinado terá que cumprir quarentena rígida, algo semelhante ao que aconteceu neste ano antes do Australian Open.

A opção de estar vacinado ou cumprir um longo isolamento de 14 dias vira uma questão importante para aqueles que não se vacinaram. O número 1 do mundo Novak Djokovic, que preferiu não revelar se irá tomar a vacina, recentemente colocou em dúvida sua participação no Australian Open. "Não sei se vou para a Austrália, não sei o que vai acontecer. Atualmente, a situação não é nada boa", resumiu o sérvio.

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