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Murray minimiza top 100: 'Não é um objetivo'
27/09/2021 às 12h42

Chicago (EUA) - Ex-número 1 do mundo, o britânico Andy Murray melhorou quatro colocações no ranking desta segunda-feira, mas ainda segue fora do top 100, ocupando atualmente o 104º lugar. Lutando para reencontrar seu melhor tênis, ele garante que voltar a figurar entre os 100 melhores do mundo não é uma meta traçada.

“Para ser sincero, meu objetivo não é estar entre os 100 melhores jogadores do mundo. Se eu tivesse que me motivar com o ranking, tentaria ficar entre os dez primeiros. Estar no topo do ranking é uma motivação de verdade, mas entrar no top 100 não é”, afirmou o escocês, que não figura entre os 100 primeiros desde maio de 2018.

“É verdade que isso abre as portas para você entrar nas chaves principais dos Grand Slams, mas não funciona para os Masters 1000 ou algum outro bom modo de torneio ATP 500 ou ATP 250. Vejo muitos jogadores, especialmente no Reino Unido, que desejam chegar ao top 100. Isso não acontece comigo. Antes de mais nada, preciso jogar melhor e acima de tudo vencer partidas”, acrescentou.

Derrotado nas quartas de final no ATP 250 de Metz pelo polonês Hubert Hurkacz, o britânico lamentou o resultado. “Foi uma pena, estava me sentindo muito bem em quadra. A movimentação estava boa e senti que era capaz de jogar de igual para igual com um cara como Hurkacz. Não gosto de jogar bem e perder, é muito frustrante, mas agora é hora de me concentrar nos próximos jogos”.

Nesta semana, Murray tentará a sorte no ATP 250 de San Diego, onde terá uma dura estreia pela frente contra Kei Nishikori, em duelo de convidados da organização. Os dois não se cruzam desde 2017, em Roland Garros, quando o britânico levou a melhor de virada e em quatro sets. Ele tem vantagem no retrospecto, somando nove vitórias e apenas duas derrotas diante do japonês.

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