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'Estou mais agressiva do que nunca', diz Svitolina
05/09/2021 às 22h43

Svitolina superou Halep neste domingo e chega sem perder sets às quartas

Foto: Peter Staples/USTA

Nova York (EUA) - Classificada para as quartas de final do US Open pela segunda vez na carreira, e buscando mais uma semifinal em Nova York, Elina Svitolina acredita que nunca esteve tão agressiva quanto na atual fase da carreira. A jogadora de 26 anos e número 5 do mundo ainda não perdeu sets durante a campanha em Nova York e vem de uma contundente vitória por duplo 6/3 sobre Simona Halep neste domingo.

"Estou me sentindo bem. Acho que estou jogando de forma muito agressiva agora, mais agressiva que nunca, fazendo muitos winners e sacando muito bem. Quero continuar assim. Sinto que estou com a cabeça no lugar e pronta para minha próxima partida", disse Svitolina, que derrotou Halep pela sexta vez em dez confrontos.

A próxima rival de Svitolina será a canadense Leylah Fernandez, canhota de apenas 18 anos e 73ª do ranking. Fernandez é uma das surpresas da competição e já eliminou duas campeãs neste US Open, Naomi Osaka na terceira rodada e Angelique Kerber nas oitavas. "Já joguei contra a Fernandez uma vez em Monterrey. Foi uma partida difícil para mim. Acho que venci por duplo 7/5 ou algo assim. Eu realmente via naquela época que ela poderia jogar um ótimo tênis".

"E agora podemos ver o quanto ela melhorou. Acho que ela começou a acreditar mais em si mesma. Vencer a Naomi é um bom sinal de que ela está jogando bem. De qualquer forma, para mim é importante me concentrar no meu jogo e fazer o meu melhor para chegar às quartas de final", complementou a ucraniana, que ainda busca seu primeiro título de Grand Slam.

Vinda de bons resultados nas últimas semanas, como o título em Chicago e a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Svitolina também foi perguntada se encara este US Open de forma diferente em comparação com os outros Grand Slam da temporada. "Eu não pensei muito sobre isso. Estava mais jogando uma partida de cada vez. Mas com certeza, sinto que estou no lugar certo agora. Estou me sentindo bem na quadra".

"Com certeza, jogar em Chicago foi uma boa decisão. Mérito do Andy [Bettles, seu treinador] por ter ido atrás do convite para eu jogar lá. Fiz algumas boas partidas, porque em Cincinnati eu não tive minha melhor atuação. No momento, só quero me concentrar na próxima rodada".

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