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Nishikori tenta ser positivo para duelo com Djokovic
03/09/2021 às 11h28

Nova York (EUA) - Vice-campeão do US Open em 2014, o japonês Kei Nishikori terá a árdua missão de desafiar o sérvio Novak Djokovic já na terceira fase do torneio na edição de 2021. Se sete anos atrás ele levou a melhor sobre o atual número 1 nas semifinais, depois disso só vieram derrotas nos duelos entre eles, a última delas nas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

"Ele é um dos melhores do tênis e enfrentá-lo toda hora não é algo que eu gosto, porque obviamente é um adversário muito mais difícil. Preferiria ter pela frente alguém com uma classificação inferior”, falou o japonês, que venceu apenas dois games contra Djokovic nas Olimpíadas.

“Claro que não sou o favorito neste duelo com Novak, basta vocês olharem o retrospecto. Ninguém quer enfrentar logo na terceira rodada o atual número 1, mas gosto de desafios e mesmo tendo um histórico ruim, sempre tento ser positivo. Tenho certeza que vai ser difícil, mas farei o meu melhor”, comentou Nishikori, que tem 17 derrotas em 19 jogos contra o sérvio.

No US Open foram dois os embates entre eles. Além do triunfo de Nishikori em 2014, houve o troco de Djokovic também em uma semifinal, quatro anos depois. Por ser o palco da última vez que o japonês conseguiu bater o atual líder do ranking, ele espera recuperar as boas sensações do passado.

“Sim, posso estar um pouco positivo sendo o US Open. Foi uma das minhas melhores partidas e acho que é um pouco melhor a sensação que tenho de jogar aqui, mesmo ele sendo o melhor jogador. Mas pelo menos tenho uma boa memória aqui, de conseguir vencê-lo”, comentou o nipônico.

O plano de jogo para tentar voltar a derrotar Djokovic é claro. “Tenho que jogar um ótimo tênis para vencê-lo. Preciso ser paciente e ao mesmo tempo não posso deixar de ser agressivo. Ele não vai me dar nenhum ponto grátis”, analisou Nishikori, que também sabe bem o que terá pela frente na próxima partida.

“Acho que sua melhor característica é conseguir controlar a bola. Ele pode acertar em qualquer lugar de ambos os lados. Além disso está servindo bem e tem a melhor devolução do circuito. Também comete muito poucos erros não forçados”, finalizou o japonês de 31 anos e atual 56 do mundo.

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