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Kvitova e Ostapenko são porta-bandeiras em Tóquio
22/07/2021 às 17h39

Kvitova fará sua quarta participação nos Jogos e foi medalhista de bronze no Rio

Foto: Arquivo

Tóquio (Japão) - Duas campeãs de Grand Slam foram selecionadas para carregar as bandeiras de seus países na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A tcheca Petra Kvitova e a letã Jelena Ostapenko terão a honra de participar do evento que acontece a partir as 8h (de Brasília) desta sexta-feira.

Kvitova, de 31 anos, é bicampeã de Wimbledon nos anos de 2011 e 2014, além de também ter sido finalista do Australian Open de 2019. A canhota tcheca ocupa atualmente o 13º lugar do ranking e foi medalhista de bronze em simples nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

Será a terceira participação olímpica de Kvitova, que também atuou na grama de Londres em 2012. Ela também tem longo histórico de serviços prestados ao seu país, fazendo parte de seis títulos da República Tcheca na Copa Billie Jean King entre 2011 e 2018.

Jelena Ostapenko, de 24 anos e número 30 do mundo, viveu seu melhor momento da carreira em 2017, quando foi campeã de Roland Garros. A letã tem quatro títulos no circuito, sendo o mais recente conquistado na atual temporada, nas quadras de grama de Eastbourne. Será sua segunda participação olímpica, depois de ter atuado no Rio de Janeiro, há cinco anos.

Lu e Cepede também participam da cerimônia
Outros dois tenistas estão confirmados para carregarem as bandeiras de seus países na Cerimônia de Abertura. Um deles é o taiwanês Yen-Hsun Lu, veterano de 37 anos e que vai para sua quinta Olimpíada. Lu iniciou sua série de participações em Atenas-2004 e nunca ficou de fora dos Jogos. Ele chegou a eliminar Andy Murray na campanha até as oitavas em Pequim. Ex-número 33 do mundo, ocupa atualmente apenas o 573º lugar, depois de ter operado o ombro e ficado 20 meses sem jogar entre maio de 2018 e janeiro de 2020.

Também conduz a bandeira de seu país a paraguaia Veronica Cepede Royg, jogadora de 29 anos e 217ª do ranking. Cepede Royg, que já ocupou a 73ª posição em 2017, fará sua segunda participação olímpica, depois de também ter atuado em Londres. A paraguaia se classificou para os Jogos depois de ter sido medalhista de bronze no Pan de Lima, assim como a argentina Nadia Podoroska, campeã do torneio há dois anos. A norte-americana Caroline Dolehide, prata na capital peruana, está abaixo no ranking em relação às quatro classificadas de seu país.

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