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Brasil iguala recorde de tenistas e dupla é esperança
19/07/2021 às 14h25

Tóquio (Japão) - Com as classificações de última hora do gaúcho Marcelo Demoliner e das paulistas Luisa Stefani e Laura Pigossi, o Brasil chegará em Tóquio com sua maior delegação no tênis da história dos Jogos Olímpicos, igualando os sete representantes que teve no Rio de Janeiro em 2016.

A principal diferença entre a competição passada e a atual é que em casa o país foi representado em todas as modalidades: simples masculino e feminino, duplas masculino e feminino e duplas mistas. Agora no Japão, nenhuma brasileira conseguiu se classificar para a chave individual.

Uma coisa que não mudou foi nossa principal esperança de medalha, que continua sendo a dupla formada pelos mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo, que tentarão pela terceira vez buscar um pódio. Eles caíram nas quartas de final tanto em Londres 2012 como no Rio 2016.

Com a entrada de Luisa na chave de duplas femininas, o Brasil também deverá contar com uma forte dupla mista, que será definida apenas lá em Tóquio. A paulista tem ótimo ranking e tem tudo para entrar na chave com um dos duplistas mineiros.

Se for mantido o critério utilizado nas Olimpíadas do Rio, quando o atleta de melhor ranking teve a oportunidade de competir nas mistas (Melo jogou com a pernambucana Teliana Pereira), a dupla brasileira em Tóquio será formada por Soares e Stefani, que já jogaram juntos meses atrás em Roland Garros.

Além de Bruno e Luisa, que deve ter jornada dupla no Japão, outro que disputará duas chaves é o cearense Thiago Monteiro. Ele será nosso principal nome na chave masculina de simples, na qual terá a companhia do mineiro João Menezes, e também estará nas duplas com Demoliner.

O sorteio que definirá as chaves olímpicas está marcado para acontecer às 11h de quinta-feira no horário local (23h de quarta-feira em Brasília).

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