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Federer: 'Cogitamos jogar no saibro, mas pular RG'
17/05/2021 às 15h50

Genebra (Suíça) - Com o retorno ao circuito marcado para a próxima terça-feira, por volta de 10h (horário de Brasília), quando enfrentará o espanhol Pablo Andujar pela primeira rodada do ATP 250 de Genebra, o suíço Roger Federer falou sobre o planejamento para a disputa de seu segundo torneio na temporada e de tudo o que levou em conta para definir o calendário que fará nos próximos meses.

“Senti que estava pronto para jogar torneios novamente. Genebra é mais do que um pequeno teste para mim, é o teste para ver se consigo jogar vários torneios consecutivos. Agora tenho Genebra e Roland Garros à minha frente, dois eventos pensados em me colocar de volta no caminho. As partidas que vou jogar serão como treinos, mas em um nível privilegiado”, disse Federer.

“Já pensei muito nos prazos para a volta, tive longas conversas com minha equipe para saber se era melhor lutar no saibro ou não. Até estudamos opção de jogar torneios nesta superfície e pular Roland Garros. Por fim, a melhor ideia era vir a Genebra e depois ir a Paris. Se tudo correr bem, as próximas paradas serão Halle e Wimbledon”, complementou o suíço de 39 anos.

Federer acredita que não possa comparar o seu momento com os demais tenistas, principalmente pela falta de ritmo. "Preciso de cerca de dez jogos para saber onde estou. Ainda existem muitas dúvidas sobre meu estado e a forma que vou mostrar, embora os treinamentos venham correndo bem, é uma situação completamente diferente”, observou o atleta da casa.

Ao comparar sua volta agora com a de 2017, depois de passar a segunda metade do ano anterior sem competir, Federer afirma que o atual momento é muito mais delicado. “Não dá para comparar com o que aconteceu em 2016, porque agora volto muito mais longe da forma que mostrei naquela vez”, afirmou o atual número 8 do mundo, que também comentou sua colocação no ranking.

“Sei que deveria estar na 800ª posição (se não fosse a pontuação congelada), já que não tenho jogado nada nestes meses. De qualquer forma, se meu joelho e meu condicionamento não estiverem 100%, não vou conseguir fazer nada, mas se estiver bem então sou melhor que o número 800. O que posso dizer é que nesses dois meses que se passaram desde Doha ganhei força, resistência e flexibilidade”, disse Federer.

O suíço mais uma vez falou sobre o fato de ter sido vacinado recentemente. “Estou feliz por ter sido vacinado, especialmente considerando a quantidade de viagens que meu trabalho exige. Ser vacinado te dá todas as vantagens, embora o mais importante é que não quero infectar ninguém. Por isso a minha família e eu continuamos a ser extremamente cuidadosos”, finalizou.

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