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Para Nadal, Madri é torneio mais duro no saibro
02/05/2021 às 13h21

Madri (Espanha) - Recordista de títulos em Roland Garros, nos Masters 1000 de Roma e Monte Carlo, o espanhol Rafael Nadal também é o maior vencedor em Madri, mas não tem dentro de casa o mesmo domínio que tem nos outros três. Antes de iniciar sua campanha na Caixa Mágica, o canhoto de Mallorca falou sobre a dificuldade extra que tem na competição.

“Madri é o evento mais complicado para mim, todos sabem disso. Ao mesmo tempo, é um dos mais torneios emocionantes porque jogo em casa”, comentou o atual número 2 do mundo, que vê os seus 5 títulos em Madri contrastarem com os 9 que tem em Roma, os 11 de Monte Carlo e os incríveis 13 em Roland Garros.

O espanhol destacou a oportunidade de jogar novamente com público nas arquibancadas. “Isso significa muito para mim, estou muito feliz. Em termos de tênis, é verdade que aqui a situação é um pouco mais difícil. Há menos controle sobre os pontos, mas ainda assim consegui vencer muitas vezes”, acrescentou o atleta da casa, que pode ter uma campanha duríssima pela frente.

“É verdade que nas últimas temporadas tenho jogado muito bem no saibro, uma superfície que se adapta muito bem ao meu jogo. Adoro esta temporada e todos os torneios. Eles são disputados perto de casa e também fazem parte da história do nosso esporte. Pessoalmente, sempre gosto de jogar em Monte Carlo, Barcelona, Madri, Roma e, claro, Roland Garros”, complementou Rafa.

Campeão pela 12ª vez do ATP 500 de Barcelona, no domingo passado, Nadal tirou lições positivas do torneio. “Comecei sem conseguir dar o meu melhor, mas mantive uma atitude positiva e aceitei o desafio. Tentei ganhar jogos sem dar o meu melhor e consegui conquistar mais um título importante na minha carreira. Isso é importante para a minha confiança”, salientou o espanhol.

Questionado sobre a mudança de data do Grand Slam francês, ele falou não ver muita diferença. "Sempre me preparei muito bem para Roland Garros, mesmo no ano passado que foi uma temporada um tanto difícil. O adiamento de uma semana afeta a todos igualmente. Talvez o menos positivo é que temos uma semana a menos entre Roland Garros e Wimbledon”, finalizou.

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