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Evans mantém embalo, supera Goffin e faz semifinal
16/04/2021 às 10h44

Monte Carlo (Mônaco) - Responsável pela surpreendente eliminação do sérvio Novak Djokovic, batendo o número 1 do mundo nas oitavas de final, o britânico Daniel Evans mostrou que aquela vitória não foi obra do acaso e manteve o embalo nesta quinta-feira, quando deixou também pelo caminho o belga David Goffin, fechando o jogo com parciais de 5/7, 6/3 e 6/4.

Classificado para as semifinais do Masters 1000 de Monte Carlo, em sua melhor campanha da carreira neste nível, Evans terá agora pela frente o grego Stefanos Tsitsipas, que mais cedo precisou de apenas um set para superar o espanhol Alejandro Davidovich, contando com a desistência do rival logo após vencer o primeiro set por 7/5.

Será a terceira vez que Tsitsipas e Evans medirão forças no circuito e a vantagem é toda do grego, que venceu os dois duelos anteriores, um no piso duro e outro no saibro. Contudo, o britânico não tem ligado muito para o histórico no torneio, uma vez que chegou em Mônaco com apenas quatro vitórias em nível ATP sobre a terra batida e só nesta competição já conseguiu mais quatro.

O britânico alcançou pela primeira vez as quartas em Masters 1000 e manteve a estratégia de usar bastante os slices no revés, que havia dado certo contra Djokovic, e com ela venceu os dois primeiros games da partida. Goffin aos poucos foi se encontrando e quando Evans sacou para o set em 5/4, devolveu a quebra. O belga embalou e voltou a bater o saque do rival para fechar em 7/5.

O placar adverso não abalou Evans, que se manteve firme na segunda parcial, na qual obteve duas quebras para empatar o jogo. No terceiro e decisivo set, Goffin deixou escapar três break-points no terceiro game e mais quatro no nono. Isso lhe custou muito caro, já que no décimo foi Evans que conseguiu a quebra para ficar com a vitória.

Evans levou a melhor nas bolas vencedoras e anotou 20 winners a mais do que o belga (35 a 15), mas em contrapartida também cometeu mais erros não forçados. Foram 16 a mais para o britânico (47 a 29), que vai ganhando provisoriamente oito lugares no ranking para alcançar sua maior marca da carreira (25º).

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