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Barty explica ralis longos: 'Tive que lutar por cada bola'
09/04/2021 às 14h05

Barty terminou a partida das oitavas com 39 winners e 53 erros não-forçados

Foto: Volvo Car Open

Charleston (EUA) - Depois de encarar um jogo duro nas oitavas de final do WTA 500 de Charleston, Ashleigh Barty falou sobre os ralis longos que enfrentou contra a norte-americana Shelby Rogers na última quinta-feira. Apesar de as condições do har-tru (saibro verde) estarem mais rápidas que a da maioria dos torneios no saibro, a número 1 do mundo diz que teve que lutar por cada bola.

"Shelby é uma jogadora excepcional, ela sempre faz você trabalhar muito para cada ponto e esta noite não foi diferente", disse Barty após a vitória por 7/6 (7-3), 4/6 e 6/4 em 2h23 de partida. "As condições estão difíceis. É muito rápido e a Shelby foi capaz de controlar o centro da quadra durante grande parte do jogo".

"Eu precisava tentar obter o controle dos pontos quando podia, mas ela é uma jogadora excepcional. É sempre uma luta, não importa o piso ou onde estamos no mundo", comenta a australiana, que terminou o jogo com 39 winners e 53 erros não-forçados. A líder do ranking fez dez aces e nove duplas faltas no jogo.

Barty mantém seu perfeito retrospecto contra Rogers no circuito, agora com quatro vitórias, sendo três este ano. "É estranho enfrentar alguém com tanta frequência. Mas às vezes é assim que o sorteio funciona, você se pega enfrentando a mesma pessoa indefinidamente e, outras vezes, passa anos sem jogar contra ela", explica a australiana.

"Shelby é uma garota incrível. Tenho muito respeito por ela. Ela sempre está sorrindo no vestiário e também na quadra. Ela é uma ótima pessoa, uma ótima jogadora de tênis e sempre que jogamos uma contra a outra é sempre uma batalha e não foi diferente esta noite", complementou a líder do ranking, que agora enfrenta a espanhola Paula Badosa nas quartas.

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