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Barty e Osaka disputam o número 1 em Miami
26/03/2021 às 21h18

Para ter chances de retomar a liderança, a japonesa precisa pelo menos chegar à final

Foto: Divulgação

Miami (EUA) - Com a nova atualização no sistema de pontuação da WTA, e descongelamento de pontos obtidos em 2019 a partir da próxima edição do ranking, o posto de número 1 do mundo está em jogo durante o WTA 1000 de Miami. A atual líder do ranking Ashleigh Barty corre o risco de ser ultrapassada pela segunda colocada Naomi Osaka.

Para ter chances de retomar o número 1, Osaka precisa ao menos chegar à final do torneio. A japonesa está na terceira rodada e enfrenta a sérvia Nina Stojanovic, 95ª do ranking. Mas se Barty for semifinalista em Miami, Osaka precisaria ser campeã para ultrapassar a rival.

No caso de Barty, que foi campeã em Miami há dois anos e tem mil pontos a defender, a única forma de defender a liderança sem depender de outros resultados é chegando à final do torneio. Nesse caso, ela conseguiria manter 650 pontos, suficientes para se manter à frente de Osaka no dia 5 de abril. A australiana enfrenta a letã Jelena Ostapenko na terceira fase em Miami. Se ela não chegar à final, passa a torcer contra a japonesa para se manter no topo do ranking.

As duas se revezaram no topo em 2019
Barty acumula 66 semanas como número 1 do mundo, tendo atingido essa posição em 24 de junho de 2019, após um título na grama de Birmingham. Duas semanas antes, ela havia vencido seu primeiro Grand Slam no saibro de Roland Garros. Osaka acumula 25 semanas no topo do ranking, foram 21 entre agosto e junho de 2019 e mais quatro entre agosto e setembro do mesmo ano, antes de Barty recuperar a liderança.

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