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Invicta há mais de um ano, Osaka joga sem pressão
23/03/2021 às 20h27

Osaka tem histórico modesto em Miami e nunca passou da terceira rodada

Foto: Arquivo

Miami (EUA) - Invicta no circuito desde o dia 7 de fevereiro do ano passado, Naomi Osaka garante que joga sem pressão no WTA 1000 de Miami. A número 2 do mundo venceu os últimos 21 jogos que disputou e vem dos títulos do US Open e do Australian Open. Um dos motivos para a japonesa de 23 anos não carregar tantas expectativas está em histórico modesto no torneio, já que nunca passou da terceira rodada em quatro participações.

"Na verdade, não sinto nenhuma pressão. Não é como se eu estivesse defendendo um título aqui. Nunca cheguei à segunda semana aqui antes. Eu me sinto mais animada. Quero ver como posso me sair bem", disse Osaka, que fará sua estreia em Miami contra a australiana Ajla Tomljanovic, 39ª do ranking, que venceu a russa Anastasia Potapova por 7/5 e 6/0 nesta terça-feira. O confronto entre elas é inédito no circuito.

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A última derrota de Osaka no circuito foi para a espanhola Sara Sorribes na Fed Cup de 2020. Desde então, ela venceu todos os jogos que disputou, inclusive dois Grand Slam. Nesse período, entretanto, aconteceram duas desistências sem que ela entrasse em quadra, no Premier de Cincinnati do ano passado (contra Victoria Azarenka) e também em no WTA 500 de Melbourne (contra Elise Mertens) deste ano. Mas como esses jogo não aconteceram, não interferem na série invicta da japonesa.

A japonesa também comentou sobre a decisão de sua irmã, Mari Osaka, que encerrou recentemente sua carreira no circuito profissional. Mari, de 24 anos, teve como melhor ranking da carreira 280ª posição, alcançada em maio de 2018 e ocupava o 340º lugar quando decidiu parar de jogar. A vencedora de quatro Grand Slam e ex-líder do ranking garante que a primeira vitória sobre a irmã mais velha foi de fundamental importância para sua carreira vitoriosa.

"Eu ainda diria que aquela foi a minha vitória mais importante, porque foi um momento especial. Eu perdia para ela durante toda a minha infância até finalmente conseguir vencer", avaliou Osaka. "Para mim, a minha irmã era o motivo pelo qual eu comecei a jogar tênis. É claro que foi um momento triste para toda a minha família, mas é algo que a gente sabia que poderia acontecer. E ela é muito boa em muitas outras coisas".

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