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Murray afirma estar melhor agora do que em 2018
11/03/2021 às 11h22

Londres (Inglaterra) - Atual 116 do mundo, o britânico Andy Murray segue na luta para recobrar seu melhor tênis. Em entrevista ao Sportskeeda, o atleta de 33 anos garante ter ainda bastante motivação para seguir competindo e acredita estar em uma condição física muito melhor agora do que em 2018, após a primeira de suas duas cirurgias no quadril.

“Ainda adoro jogar, é a minha maior motivação, o que me faz levantar de manhã e continuar treinando forte. Acho que enfrentar a aposentadoria me ajudou a perceber quanta paixão ainda tenho para continuar, sabia que não estava pronto para desistir. Neste ano, meu principal objetivo são as Olimpíadas”, afirmou o ex-número 1 do mundo.

“Estou muito orgulhoso das minhas medalhas de ouro, então seria ótimo ter a oportunidade de defendê-las. Estou treinando muito para estar em Tóquio, seja qual for o formato que os Jogos acabem tomando”, complementou o britânico, que foi o campeão dos torneios olímpicos em Londres 2012 e no Rio 2016.

Murray se sente bem fisicamente e sem dores do quadril. “Estou feliz com a maneira como me movo na quadra. Treinei muito antes de chegar em Biella (seu primeiro torneio em 2021) e me sinto na melhor forma em muito tempo. Estou ansioso para jogar o máximo de partidas possível no momento, pois é isso o que mais me falta no momento”, observou o escocês.

“A maioria dos atletas sente desconforto o tempo todo, mas em comparação com o que passei em 2018 me sinto muito melhor”, acrescentou Murray, que após o vice no challenger de Biella, caiu na estreia no ATP 250 de Montpellier e na segunda rodada no ATP 500 de Roterdã, perdendo para o futuro campeão Andrey Rublev.

“Roterdã foi um pouco complicado, fiquei feliz por ter vencido a partida contra Robin Haase porque não estava jogando o meu melhor. Foi bom para o lado mental continuar lutando e obter a vitória. A partida contra Rublev foi difícil, cometi alguns erros em pontos importantes e, nesse nível, você não pode fazer isso”, analisou.

O britânico espera tirar lições da derrota para o russo, atual número 8 do mundo, e assim poder jogar melhor nos próximos eventos. “Foi frustrante, mas vou aprender muito com esse jogo. Sei onde preciso fazer melhorias, então espero poder trabalhar neles nas próximas semanas”, finalizou o escocês.

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