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ATP de Roterdã abre as portas para volta de Federer
30/12/2020 às 07h56

Federer já jogou nove vezes em Roterdã e conquistou três títulos

Foto: Arquivo

Roterdã (Holanda) - Após a divulgação do calendário de competições para todo o primeiro trimestre de 2021, a direção do ATP 500 de Roterdã já começa a se movimentar para atrair grandes nomes. O principal objetivo do torneio, marcado para acontecer entre os dias 27 de fevereiro e 7 de março, é contar com Roger Federer. Atualmente com 39 anos, o suíço desistiu recentemente do Australian Open, mas nem isso desanima os organizadores do evento holandês.

"Roger Federer sabe que é sempre bem-vindo aqui", disse Richard Krajicek, diretor do torneio. "Ainda não recebi um telefonema do empresário dele. Normalmente, com o Big 3, você espera que os agentes entrem em contato para indicar que eles querem jogar. Mas posso mandar um e-mail para ele", comenta o dirigente, em entrevista ao portal holandês AD. Federer já jogou nove vezes o torneio e foi campeão em 2005, 2012 e 2018.

"Se já é certo que em 8 de fevereiro [data de início do Australian Open] ainda é muito cedo, como podemos saber ele vai poder jogar no dia 1º de março? Mesmo que aqui seja em melhor de três sets, o que é bem diferente dos jogos em melhor de cinco dos Grand Slams", ponderou Krajicek.

"Ele também gosta de jogar em Dubai. E depois de Rotterdam agora é Doha e Dubai, Federer também pode fazer essa escolha", acrescentou o ex-jogador holandês. Pelo novo calendário recém-aprovado, o ATP 250 de Doha será entre os dias 6 e 13 de março, enquanto o ATP 500 de Dubai acontece entre 13 e 20 do mesmo mês.

Sinner e Medvedev já garantidos
Ainda segundo o portal AD, apenas o russo número 4 do mundo Daniil Medvedev e o promissor italiano Jannik Sinner estão garantidos, porque já tinham contratos mais longos com a organização do torneio.

Krajicek também concedeu entrevista à emissora holandesa NOS e diz que a data escolhida para o torneio foi a ideal. "Nossas preferências eram para a primeira ou segunda semana de março, porque senão você fica muito perto do Australian Open ou do Miami Open. E conseguimos isso".

"A única coisa que pode atrapalhar as obras é se o governo disser: Isso não é permitido por causa das medidas de restrição ao coronavírus. Ou então, por uma proibição de viagens internacionais. Então realmente seriam motivos de força maior. Estamos trabalhando com orçamentos diferentes, porque este ano não teremos ingressos esgotados", explicou o dirigente.

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