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Argentino promete 36 torneios na América do Sul
24/12/2020 às 14h24

Dos 36 torneios em questão no continente, 12 serão em nível challenger

Foto: Arquivo

Buenos Aires (Argentina) - A falta de torneios para os tenistas sul-americanos, que acabam precisando passar boa parte do ano em viagens para a Europa ou para os Estados Unidos, não deverá ser problema em 2021. Segundo informa o La Nación, o ex-tenista profissional argentino Horacio De la Peña (31º no ranking em 1987) promete 36 torneios no continente no próximo ano.

De acordo com a publicação, serão 12 challengers, 12 torneios M15 e mais 12 torneios W15, que acontecerão em solo sul-americano a partir de fevereiro. Os eventos serão disputados em todos os países do continente, exceto a Venezuela, graças a um acordo com a multinacional Unilever, que se tornou a principal patrocinadora e incentivadora da criação deste circuito.

De la Peña começou a entrar em contato com líderes do tênis da América do Sul para criar uma sinergia e direcionar o circuito, recebendo resposta muito positiva. Ele contatou a ATP e a Federação Internacional de Tênis (ITF) para solicitar suporte e datas, novamente com resposta favorável. Tudo isso para deixar o circuito bem encaminhando, com poucas definições a serem tomadas.

Entre elas, por exemplo, caberá às associações de cada país, definir em que clubes serão disputados os torneios, que já surgem cum uma porcentagem muito elevada de financiamento para a disputa. Os torneios começarão na terra batida, mas a possibilidade de organizar competições em outras superfícies está sendo estudada.

A assinatura do contrato com a Unilever será de dois anos, com a intenção de prorrogá-lo no tempo. Além disso, será firmado um convênio com a Cosat (Confederação Sul-Americana de Tênis) para treinar os jogadores, orientando-os sobre doping, apostas, atendimento à imprensa e relacionamento com patrocinadores.

A montagem do calendário será feita levando em consideração os aspectos geográficos. Por exemplo, uma rodada de torneios será realizada continuamente na Argentina, Uruguai e Chile. Ou na Colômbia, Equador e Peru. Ou no Brasil, Bolívia e Paraguai. Os primeiros eventos vão ser sem público, mas depois vai depender das autoridades locais de cada país.

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