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Stefani se consolida em 2020, Bia salta mil posições
16/11/2020 às 15h10

Bia voltou ao circuito em agosto com apenas dois pontos no ranking, mas se recuperou com boas campanhas

Foto: Arquivo

Miami (EUA) - O ranking desta segunda-feira na WTA é considerado, para fins estatísticos, o último da temporada, já que não há mais torneios pela elite do circuito até o final do ano. Para as principais brasileiras, apesar de não haver muita diferença em relação às últimas semanas, algumas jogadoras deram bom salto em relação à temporada anterior. Ainda restam alguns eventos da série 125k ou ITF, em que as brasileiras podem tentar alguns pontos importantes pensando na próxima temporada. 

Um dos destaques é Luisa Stefani, que consolidou sua posição como duplista de destaque no circuito. A paulistana de 23 anos terminou a temporada passada na 75ª posição e agora já aparece no 33º lugar. Em 2020, Stefani ganhou um WTA em Lexington, chegou a outras duas finais e fez bons resultados em Grand Slam, com destaque para as quartas de final do US Open.

Em simples, a número 1 do Brasil é Gabriela Cé. Ela teve poucas mudanças em relação ao ano passado. Ela era 243ª do mundo em novembro de 2019, chegou a aparecer na 230ª posição em janeiro, e atualmente sofreu uma leve queda para o 239º lugar.

Apesar de ter vencido apenas dois jogos em 2020 até aqui, Cé foi beneficiada pela mudança de regulamento, ocorrida em razão da pandemia. A WTA está considerando os 16 melhores resultados entre março de 2019 e dezembro de 2020. Assim, a canhota gaúcha não teve tanto prejuízo.

 
 
 
 
 
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A número 2 do Brasil é Beatriz Haddad Maia, atualmente no 358º lugar. Apesar de ter encerrado o ano passado na 120ª posição, Bia ainda cumpria a suspensão por doping. Sua pena era de dez meses e ela poderia voltar a jogar em maio, mas a pandemia atrasou seu retorno em mais três meses.

Bia voltou ao circuito em agosto, quando era a última colocada do ranking, aparecendo no 1.339º lugar com apenas dois pontos, mas recuperou cerca de mil posições em apenas seis torneios. Ela optou por uma série de eventos no circuito da ITF em Portugal e ganhou quatro títulos. Com isso já é a segunda melhor brasileira no ranking.

Ingrid também sobe no ranking
Outra brasileira que subiu bastante foi Ingrid Martins. Vinda do circuito universitário norte-americano, a carioca de 24 anos era a 688ª do ranking no fim da temporada passada, mas já está no 494º lugar. Ainda entre as principais brasileiras no ranking, Laura Pigossi se manteve estável ao longo da temporada, com leve subida do 399º para o 391º lugar. Em situação parecida, Thaísa Pedretti segue na 396ª colocação. Já Carolina Meligeni Alves perdeu espaço e caiu da 322ª para a 405ª posição ao longo do ano.

Teliana encerra a carreira em 2020
Também em 2020, a pernambucana Teliana Pereira anunciou o fim de sua carreira profissional aos 32 anos. Teliana foi responsável por quebrar várias barreiras do tênis brasileiro e recolocou o país no mapa do circuito feminino. Ela chegou a ser número 43 do ranking mundial e conquistou dois títulos da WTA, em Bogotá e Florianópolis em 2015. Mesmo parando se jogar, seu nome ainda aparece no ranking, na 380ª colocação.

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