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Piora nos casos de coronavírus preocupa tenistas
03/11/2020 às 13h52

Paris (França) - A segunda onda de casos de coronavírus tem assolado vários lugares do mundo e vai preocupando os tenistas, que precisam rodar o globo para disputar as competições do circuito mundial. A própria disputa do Masters 1000 de Paris, que acontece nesta semana, sofreu mudanças de última hora por causa das maiores restrições impostas pelo governo francês.

Vencedores desta terça-feira no Palácio de Bercy, o japonês Yosihito Nishioka e o canadense Milos Raonic foram dois que colocaram para fora suas respectivas preocupações com a sequência do circuito da ATP. Ambos torcem por uma nova melhora, mas seguem apreensivos com o futuro.

“Quando soubemos que o US Open seria disputado, ficamos um pouco mais animados, pois tivemos algo para nos motivar. Obviamente, com tudo o que está acontecendo agora é um pouco mais difícil, mas como jogadores de tênis, sempre somos o centro de nossa própria bolha”, observou Raonic, que superou o esloveno Aljaz Bedene com parciais de 6/3 e 6/2.

“Agora temos que nos concentrar no tênis e não temos outra coisa para fazer. Mas é muito difícil jogar e permanecer em outros países. Espero que a situação melhore na próxima temporada, do contrário será um momento muito difícil para todos os jogadores”, afirmou Nishioka.

O canadense se mostrou pessimista com a atual condição da pandemia e reticente sobre as adaptações feitas pela ATP. “É difícil saber como será nosso futuro. Acho que será uma adaptação constante e também temos que ver como funciona esse novo sistema”, afirmou o atual número 17 do mundo.

“Estamos esperando para saber qual será a decisão final sobre a Austrália. Obviamente você ouve algumas coisas, mas não se sabe o que são os rumores e o que são fatos. Pelo que eu entendi, teremos que estar lá em breve. Tenho três planos para a pré-temporada e tudo depende do que acontecerá com Melbourne”, finalizou Raonic.

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