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Putintseva, 28ª do mundo, jogará ITF em Charleston
01/11/2020 às 13h02

Putintseva fez boa campanha no último US Open e chegou às quartas de final

Foto: Arquivo

Charleston (EUA) - Com poucas opções de calendário, já que o circuito da WTA terá apenas mais um torneio até o final do ano, as jogadoras seguem buscando torneios menores para se manter em atividade. É a situação da cazaque Yulia Putintseva, número 28 do mundo, que vai disputar um ITF W100 em Charleston na semana que vem.

Putintseva chegou este ano às quartas de final do US Open e está a uma posição de igualar o melhor ranking da carreira, obtido ainda no início de 2017. Ao longo da temporada, a cazaque conseguiu 21 vitórias e 11 derrotas no circuito. O torneio em Charleston pode ajudá-la a manter o ritmo de jogo e somar pontos importantes para se manter entre as cabeças de chave do Australian Open do ano que vem.

É muito raro ver uma jogadora desse nível tendo que disputar um ITF. Um caso bastante lembrado é o de Petra Kvitova em 2011, que já era número 10 do mundo e não atuou no Premier de Roma, optando por um ITF em Praga para ter a oportunidade de jogar em casa. A dinamarquesa Caroline Wozniacki fez escolha parecida em 2008, quando era 13ª do mundo, para atuar em sua cidade natal, Odense. Recentemente, em 2016, a chinesa Shuai Zhang jogou um ITF sendo a 27ª do ranking.

Seis top 100 na chave, Cé joga o quali
Ao todo, seis jogadoras do top 100 estão inscritas para jogar em Charleston. Isso inclui as norte-americanas Shelby Rogers, Lauren Davis e Madison Brengle, além da japonesa Misaki Doi e da sérvia Nina Stojanovic. Todas as 17 jogadoras que entraram direto na chave estão entre as 140 melhores do ranking mundial. A ITF ainda reservou uma vaga para a juvenil francesa Diane Parry, 307ª entre as profissionais. A número 1 do Brasil Gabriela Cé, 236ª do ranking, disputará o quali.

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