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Americana se defende do doping com história curiosa
30/10/2020 às 10h44

Londres (Inglaterra) - Suspensa por quatro anos após testar positivo no antidoping, maior pena para um esportista que foi pego pela primeira vez, a norte-americana Ashley Kratzer, de 21 anos, usou um argumento bastante diferente em sua defesa, segundo informa o site Punto de Break.

A norte-americana se defendeu afirmando que em abril de 2019, em viagem à China para disputar um torneio da ITF, não pode levar seu treinador e então solicitou na recepção do hotel os serviços de um 'parceiro de treinos’ com quem pudesse praticar.

Durante seu treinamento, o homem em questão deu a ela um frasco de um creme que, pela conversa, parecia ser um antibacteriano para bolhas, uma solução tópica, não uma solução oral, que parecia funcionar e cujo frasco Ashley levou para os Estados Unidos tratando seus pés com ele depois.

Essa substância, segundo a tenista, que não se interessou pela sua composição, até porque o pote não possuía qualquer tipo de etiqueta ou informação, foi a responsável pelo positivo no antidoping para GHRP-6, um peptídeo liberador do hormônio do crescimento.

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Suzana Silva