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ATP estica congelamento, Djoko fica perto do recorde
28/10/2020 às 10h44

Miami (EUA) - A mudança na forma de computar os pontos no ranking feita pela ATP nesta temporada, forçada por causa da pandemia do coronavírus, não vai terminar com o fim de 2020 e será esticada até março de 2021. Com isso, todos aqueles que somaram pontos nos dois primeiros meses da atual temporada poderão ficar com eles até 2022.

Lutando para bater o recorde do suíço Roger Federer de semanas como número 1, somando 310 até então, o sérvio Novak Djokovic ganha uma boa notícia nesta sua empreitada, já que dominou o circuito nos primeiros meses deste ano e só precisará defender esses pontos em 2022. Com isso, ele garantiu a manutenção de 3.165 pontos no começo do próximo ano.

Campeão da estreante ATP Cup, do Australian Open e do ATP 500 de Dubai nos primeiros meses de 2020, o tenista de Belgrado não precisará defender um ponto sequer nestes três eventos e pode ainda somar mais se resolver disputar um torneio diferente, como por exemplo o ATP 500 de Roterdã ou até o Rio Open, que também dá 500 pontos ao campeão.

Atual líder do ranking, ‘Nole’ tem tudo para fechar o ano como número 1 do mundo e assim igualar o recorde de Pete Sampras, único até então que terminou seis temporadas no topo do ranking. Para bater a marca de semanas de Federer, ele precisa manter sua colocação até o dia 8 de março, quando alcançará a incrível marca de 311 semanas.

Só para troco de curiosidade, com apenas os 3.165 pontos que somou nos dois primeiros meses de 2020 e que ficarão intactos até a temporada de 2022, Djokovic conseguiria um lugar no top 10 da ATP, uma vez que o atual décimo colocado no ranking, o italiano Matteo Berrettini soma 3.075 pontos na lista divulgada na última segunda-feira.

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Suzana Silva