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Carreño: 'Se faço semi de novo é porque tenho nível'
09/09/2020 às 13h33

Semifinalista do US Open em 2017, Carreño tenta ir mais longe agora e busca final inédita

Foto: Simon Bruty/USTA

Nova York (EUA) - De volta às semifinais do US Open após três anos, o espanhol Pablo Carreño comemorou muito a vitória que o colocou entre os quatro melhores do torneio, não apenas pelo grande resultado em si, mas também por ter conseguido superar um desconforto nas costas no duro embate de cinco sets com o canadense Denis Shapovalov.

“É muito importante estar de volta às semifinais do US open. Quando cheguei às quartas de Roland Garros em 2017 foi incrível. Depois fiz as semifinais aqui e também foi incrível. Se posso repetir é porque tenho nível para isso. É muito importante para a minha confiança, me estimula a continuar trabalhando e buscar ainda mais”, afirmou o espanhol.

Beneficiado pela desclassificação do sérvio Novak Djokovic, o atual 27 do mundo não escondeu que sentiu um pouco de nervosismo e de pressão no duelo com Shapovalov. “Sempre há algum nervosismo. São cinco sets e você está jogando para chegar às semifinais. Mas me senti confortável na quadra e gostei do que fiz no quinto set. Esse tipo de partida não é fácil porque era uma batalha”.

Carreño também analisou seu desempenho na vitória com parciais de 3/6, 7/6 (7-5), 7/6 (7-4), 0/6 e 6/3 e falou sobre os problemas nas costas que sentiu, pedindo atendimento médico na virada do quarto set para o quinto. “No início da partida eu estava muito nervoso e com pressa, mas quando começou o segundo set, acho que estava muito melhor do que no primeiro”, descreveu espanhol.

“No quarto set, senti que minhas costas doíam um pouco, chamei o fisioterapeuta e ele me disse que estava um pouco travado. Depois disso não me senti 100% porque estávamos jogando por cerca de quatro horas, mas pude jogar meu melhor tênis novamente”, complementou o tenista de 29 anos, que agora terá pela frente o alemão Alexander Zverev.

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