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Melo e Kubot estão prontos para estreia no US Open
31/08/2020 às 15h54

Nova York (EUA) - A dupla Marcelo Melo e Lukasz Kubot joga como cabeças de chave número 2 e terão como adversários na primeira rodada a parceria formada pelos belgas Sander Gille e Joran Vliegen. No Masters 1000 de Cincinnati, eles voltaram a jogar após mais de cinco meses de paralisação pela pandemia e não passaram da segunda rodada.

“Vínhamos do título de Acapulco, antes de parar, e conseguimos começar Cincinnati com uma boa vitória, jogando bem de novo. Estamos treinando bastante entre esse primeiro torneio e o US Open. Agora é pensar em manter o nível de jogo e buscar bons resultados para ir avançando”, afirmou Marcelo.

Esta edição do US Open teve a chave reduzida de 64 para 32 duplas por causa das adaptações e protocolos necessários para a realização do torneio com a pandemia. E será disputada, assim como Cincinnati, sem público nas quadras de Flushing Meadows.

“É estranho entrar na quadra e não ter público. A torcida que está sempre presente de uma maneira tão especial, apoiando. Agora não poder contar com esse calor do público, batendo palma em um ponto legal. Acho que o contato com a torcida é o que mais se perde. Mas, apesar disso, nunca vi tanto jogador feliz em estar competindo novamente. Todo mundo se adaptando a este momento. As pessoas não podem estar presentes, mas assistirão pela televisão. O público carente de ver, agora acompanhando pela TV. Os jogadores, carentes de jogar, de volta às quadras”, observou.

Vivendo uma rotina dentro da bolha, com rígidos protocolos, desde a chegada aos Estados Unidos, há duas semanas, Melo falou sobre a situação muito atípica. "A dinâmica da bolha passa a ser uma rotina que não é tão complicada assim, acaba acostumando. Com os protocolos no hotel e no local do torneio, inclusive na quadra. Eu e o Lukasz não encostamos mais a mão. Falamos de longe como vamos jogar o ponto. Sentamos mais afastados”, explicou o mineiro.

“E dentro da bolha está realmente muito seguro, com todos protegidos nela, seguindo um protocolo bem restrito. Máscara no restaurante, no vestiário, álcool gel, distanciamento social. Às vezes até na quadra eu sinto falta da máscara, desacostumado de ficar sem ela. Mas está tranquilo, os jogadores estão se adaptando muito bem”, completou Melo.

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