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Thiem: 'Não há lugar mais seguro no mundo agora'
31/08/2020 às 08h49

Nova York (EUA) - Segundo mais bem cotado ao título do US Open, que começa nesta segunda-feira à partir das 12h (horário de Brasília), o austríaco Dominic Thiem mostrou total confiança na bolha de Nova York montada pela USTA não apenas para o Grand Slam norte-americano, mas também para o torneio de Cincinnati, que aconteceu também em Flushing Meadows, na semana anterior.

“Acho que não há lugar mais seguro no mundo agora. Talvez se você se trancar em uma caverna ou estiver no meio do mar, não sei. Em qualquer caso, isso aqui é muito seguro, estamos em uma bolha”, comentou o atual número 3 do mundo sobre o isolamento em que estão os jogadores e toda a organização do torneio.

Thiem lamentou o positivo do francês Benoit Paire, que foi isolado no hotel e será substituído na chave pelo espanhol Marcel Granollers. “Espero que ninguém mais esteja infectado. Há tantas pessoas que participam do torneio e a possibilidade de alguém dar positivo é muito alta. Desjejo apenas o melhor a Benoit”, disse o austríaco.

Eliminado logo na estreia no Mastrers 1000 de Cincinnati, Thiem espera se sair melhor no US Open. Ele ainda comentou sobre o fato raro de perder um torneio e continuar jogando nas mesmas quadras no próximo campeonato, já que ambas competições acontecerão nas mesmas instalações para evitar o contágio.

“Normalmente, se você perde, fica super irado e desapontado, mas entra em um avião e vai para outro lugar. É mais fácil esquecer. Mas quando você fica no mesmo lugar por muito tempo fica bem mais difícil assimilar uma derrota”, finalizou o cabeça de chave 2 no US Open, que abrirá campanha contra o jovem espanhol Jaume Munar.

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