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Djokovic se diz surpreso com rápida recuperação
25/08/2020 às 20h19

Diferente do que aconteceu na estreia, sérvio não sentiu dores no pescoço e nem pediu tempo médico

Foto: Peter Staples/ATP Tour

Nova York (EUA) - O susto parece superado. Depois de enfrentar dores no pescoço por vários dias, desistir da dupla e enfrentar uma estreia dolorida, o número 1 Novak Djokovic ficou aliviado com a recuperação física e feliz com a apresentação firme que o levou às quartas de final do Masters 1000 de Cincinnati.

"Eu me senti muito melhor em quadra hoje, sem tanto incômodo no pescoço como no jogo da véspera", garantiu Djokovic. "Estou surpreso pela forma com que me recuperei rapidamente. Me sentia mal quatro ou cinco dias atrás e fiquei preocupado com o dia seguinte após a estreia, mas foi tudo muito bem".

Por tudo isso, ele saiu bem satisfeito de sua segunda partida no torneio, superando sem sustos o norte-americano Tennys Sandgren por 6/2 e 6/4. "É bem verdade que o aproveitamento de primeiro saque poderia ser melhor, mas meus golpes estiveram soltos e sólidos o tempo todo".

Djokovic voltou a destacar a velocidade do piso. "Não sei por que mexeram na quadra, ficaram bem mais rápidas e obviamente favorecem os grandes sacadores. Isso exige foco ainda maior".

Por isso mesmo, o cabeça 1 espera maior dificuldade diante do alemão Jan-Lennard Struff, previsto para esta quarta-feira, próximo das 16 horas. "Ele melhorou bem nos últimos anos, seu saque é muito bom e se move muito bem para sua altura. Também consegue ser sólido da base".

Sobre a invencibilidade de 20 jogos na temporada, o sérvio foi questionado se poderia terminar 2020 sem derrotas. Ele não descartou. "Esta é uma temporada diferente, porque ficamos seis meses parados. Já passei por muitas coisas em minha vida que jamais pensei que poderiam acontecer, então isso é uma possibilidade. Ficaria bem contente". E acrescentou uma preocupação: "Espero que não haja quarentena para entrar na Europa depois do US Open".

A falta de público o incomoda. "É como um lugar fantasma. Não podemos fingir que está tudo normal. O US Open é um dos torneios mais elétricos. Espero que seja algo temporário".

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