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Pella e Dellien isolados após preparador testar positivo
19/08/2020 às 21h01

Pella não poderá disputar o Masters de Cincinnati. O boliviano Hugo Dellien também foi prejudicado.

Foto: Arquivo

Nova York (EUA) - Um dia depois de a USTA divulgar que uma pessoa na bolha sanitária de Nova York testou positivo para a Covid-19 após 1.400 exames, o argentino Guido Pella revelou em suas redes sociais que a pessoa contaminada é o seu preparador físico, Juan Manuel Galván. Por isso, Pella e o boliviano Hugo Dellien terão que ficar isolados nos próximos dias e não poderão nem treinar.

O preparador físico trabalhava com os dois jogadores sul-americanos e estava em Nova York desde o último fim de semana para a disputa de dois torneios. O Masters 1000, que foi transferido de Cincinnati, inicia o quali nesta quinta-feira e a chave principal no sábado, enquanto o US Open começa em 31 de agosto.

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Segundo o jornal argentino La Nación, Pella e Dellien passaram por exames que deram negativo, mas precisam cumprir o isolamento de 12 dias por terem contato com uma pessoa contaminada e ficarão em observação, sendo submetidos a exames regulares. Nenhum deles poderá jogar o Masters 1000, sendo que Pella entraria na chave princpal e Dellien estaria no quali.

Em vídeo, argentino explica situação

 
 
 
 
 
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"Infelizmente, o resultado positivo é do meu preparador físico, Juan Manuel Galván", disse Pella, em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. "Por causa do contato próximo que tivemos na semana passada em Miami, e do contato que ele teve com o meu técnico, José Acasuso, no avião e dividindo o quarto, ambos estamos cumprindo um isolamento obrigatório por duas semanas".

"Os dois testes, meu e do Acasuso, deram negativos, estamos perfeitos e não sentimos nada. Meu preparador está passando por esta doença de forma assintomática, mas infelizmente o torneio me retirou. Agora o procedimento vai ser fazer exames regulares a cada dois dias para ver se passa de negativo para positivo e para ver se tenho algum sintoma", explica o argentino de 30 anos e 35º do ranking.

"Minha a comunicação é boa com os médicos e também com a ATP. É muita falta de sorte que, dos 1.400 testes que fizeram, um acabe me afetando. Mas não há outra opção a não ser fazer todo o possível para passar estas duas semanas rapidamente e ver se conseguimos chegar ao US Open".

 
 
 
 
 
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