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Algoz de Serena, Rogers relembra lesão mais grave
15/08/2020 às 09h56

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Lexington (EUA) - Algoz de Serena Williams nas quartas de final do WTA de Lexington, a norte-americana Shelby Rogers está aos poucos retomando a rotina no circuito depois de uma grave lesão que poderia ter abreviado sua carreira profissional. Depois de marcar uma de suas vitórias mais expressivas, ela se lembrou da lesão no joelho que a deixou afastada das quadras por mais de um ano, entre março de 2018 e abril de 2019.

Rogers, de 27 anos, é a atual 116ª colocada do ranking mundial, mas já chegou a ser número 48 do mundo. Ela também já conseguiu um bom resultado em Grand Slam no ano de 2016, quando chegou às quartas de final de Roland Garros. Semifinalista no torneio desta semana, ela busca o terceiro título de WTA da carreira e a quarta final.

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"Seis meses depois da minha cirurgia, pensava que não seria capaz de jogar novamente", disse Rogers após a vitória por 1/6, 6/4 e 7/6 (7-5) na última sexta-fiera. "Sou muito grata por ter essa perspectiva, depois de passar por tudo isso, e por estar hoje na quadra competindo".

Depois de um primeiro set amplamente dominado por Serena, e decidido em apenas 26 minutos, Rogers conseguiu equilibrar as ações nas duas parciais seguintes. Ela sequer enfrentou break points no segundo e no terceiro set.

"Mudei um pouco a maneira como estava jogando a partir do segundo set", explica a ex-top 50. "Eu estava errando muito no primeiro, arriscando demais. Eu apenas tentei, honestamente, colocar mais bolas em jogo no segundo. Não acho que alguém esteja realmente jogando seu melhor tênis agora, então estou apenas encontrando uma maneira de ganhar".

"Foi importante para mim ir para a quadra pensando que poderia vencer a partida e sabendo que poderia cuidar dos meus games de serviço", comenta a norte-americana, que marcou sua terceira vitória contra top 10. "A Serena provavelmente tem o melhor saque de todos os tempos e, quando ela quiser, pode ganhar um ponto em seu saque".

"Eu apenas tentei controlar o que eu podia, principalmente meus games de saque, e então se eu tivesse uma oportunidade, tentei capitalizar. Acho que nas poucas chances que eu tive hoje, fui capaz de fazer isso", complementou Rogers, que enfrenta a suíça Jil Teichmann na semifinal do torneio.

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