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USTA tenta se eximir de culpa por contaminações
10/08/2020 às 09h23

Nova York (EUA) - Mais um capítulo nesta epopeia que tem se tornado a realização do US Open em 2020 surgiu para apimentar ainda mais a relação entre atletas e Associação Norte-americana de Tênis (USTA), que pretende exigir dos jogadores que irão competir em seu Grand Slam que assinem um termo de responsabilidade.

A ideia é que assim os tenistas declarem que participam por sua própria conta e risco do torneio. Isso protegeria o USTA de reivindicações por possíveis infecções por coronavírus. O documento afirma que o jogador assume todos os riscos e, portanto, as consequências que pode sofrer devido à sua participação no evento, incluindo a morte dele próprio ou de qualquer pessoa da sua equipa.

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Segundo informa o Marca, a isenção cobre Flushing Meadows, a USTA, a cidade de Nova York, a ATP, a WTA ou indivíduos que participem da organização do evento. Alguns tenistas vazaram o documento nas redes sociais.

Além de querer fugir da responsabilidade por eventuais contaminações, a USTA tentou emplacar a eliminação de qualquer jogador que tenha um membro de sua equipe infectado por coronavírus durante a competição. O ponto não foi aceito pela ATP, mas ainda não há uma definição sobre o assunto.

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Suzana Silva