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Sem público, Masters nova-iorquino reduz premiação
28/07/2020 às 15h46

Prêmio do campeão será de US$ 285 mil. No ano passado, Daniil Medvedev recebeu US$ 1,14 milhão

Foto: Arquivo

Nova York (EUA) - A organização do Masters 1000 de Cincinnati, que excepcionalmente será disputado em Nova York e sem público nos estádios este ano, reduzirá a premiação em dinheiro. Houve um corte de 30% no valor total a ser distribuído entre os jogadores da ATP. Enquanto no ano passado o evento distribuiu o valor de US$ 6 milhões, este ano serão US$ 4,2 milhões. Os jogos acontecem de 20 a 28 de agosto

Os maiores cortes vão para os jogadores que atingirem as fases mais agudas. O campeão do torneio receberá US$ 285 mil. O valor é em torno de quatro vezes menor do que o russo Daniil Medvedev recebeu no ano passado. O título em 2019 rendeu US$ 1,14 milhão ao campeão do torneio. 

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O vice-campeão ganhará US$ 185 mil, contra US$ 564 mil no ano passado. Os semifinalistas receberão o valor de US$ 124 mil, menos da metade que os US$ 289 mil da última temporada. O prêmio para as quartas de final será de US$ 98,5 mil, contra US$ 149 mil de 2019. Quem parar nas oitavas receberá um prêmio ligeiramente menor que o da mesma rodada do ano passado. Em 2019, a campanha rendia US$ 74,6 mil.  Este ano a premiação será de US$ 73.250.

Quali e primeiras rodadas darão aumento
Já os tenistas que perderem no quali ou nas duas primeiras rodadas da chave principal receberão mais dinheiro em relação às mesmas rodadas do ano passado. O prêmio da primeira rodada subiu de US$ 22 mil para US$ 24 mil, enquanto a segunda rodada pagava US$ 39,1 mil em 2019 e agora dará US$ 43.450.

No qualificatório, a primeira fase dará US$ 5.655 e a segunda fase pagará US$ 12.595. No ano passado, os valores eram de US$ 4.220 na estreia e US$ 8.435 na rodada seguinte.

O torneio WTA Premier 5 no mesmo lugar ainda não divulgou o quadro detalhado das premiações. Historicamente, Cincinnati não pagava prêmios iguais para homens e mulheres. Os eventos são de importância muito próxima para os dois circuitos, já que o evento masculino vale 1.000 pontos no ranking e o feminino dá 900 pontos por não ter caráter obrigatório às principais jogadoras, como acontece em Indian Wells, Miami, Madri e Pequim. Ainda assim, a edição passada atraiu nove integrantes do top 10.

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Suzana Silva