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Goffin acredita que maioria irá disputar o US Open
25/06/2020 às 15h02

Bruxelas (Bélgica) - Enquanto alguns tenistas se opõem à realização do US Open, como fez a belga Kirsten Flipkens, outros como o seu compatriota David Goffin defendem que o Grand Slam norte-americano seja realizado na atual temporada. Para o número 10 do mundo, as condições serão duras, mas a vontade é de competir.

“As condições serão difíceis, mas eu quero jogar. Ainda tenho que discutir com a minha equipe e colocarei todos os fatores sobre a mesa antes de decidir. Será complicado de gerenciar o dia a dia na competição, com todos reunidos no mesmo hotel e os importantes regulamentos sanitários”, observou Goffin em entrevista ao Sudpresse.

“Também estamos conversando sobre a possibilidade de alugar uma casa como em Wimbledon, mas ainda precisamos analisar bem se tudo isso é relevante em termos de transporte e acesso a instalações Espero que a situação melhore cada vez mais”, acrescentou o belga de 29 anos.

Goffin destacou a ausência do público na disputa deste ano em Nova York, uma diferença que será bastante sentida pelos jogadores. Apesar de ouvir muitos jogadores questionando a volta do circuito em 14 de agosto, com o ATP 500 de Washington, o belga aposta que poucos deixarão de competir.

“Teremos que ver os prós e os contras dessa recuperação, até porque teremos 3.500 pontos em disputa durante quatro semanas, mas logo depois haverá outro Grand Slam. Pode haver alguns ausentes, mas acho que isso não acontecerá, todo mundo quer jogar um Slam. Por enquanto ainda estou totalmente dividido, embora levemente inclinado a participar”, finalizou o belga, que tomará uma decisão nos próximos dias.

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Suzana Silva